O curso alterna teoria, práticas de campo e atendimentos a ocorrências em diversos cenários com presença de artefatos explosivos simulados. Os alunos contam com equipamentos de tecnologia avançada de quatro unidades antibomba disponibilizadas pelo Departamento de Polícia Federal e pela Força Nacional de Segurança Pública. Os cenários e artefatos simulados puderam ser construídos face ao apoio da Associação dos Peritos Criminais Federais (APCF) e da Fundação Polícia Federal de Apoio ao Ensino e Pesquisa (FUNPF).
Marco
É um marco na capacitação de explosivistas em nível nacional, que contribui a consolidação de procedimentos e formação de uma doutrina nacional anti-bomba para as polícias do Brasil, visando à Copa do Mundo de 2014. A primeira fase do curso está sendo ministrada pelos peritos criminais federais Adauto, Aggeu, Fortes, Gurgel, Leonardo, Philip, Pitanga e Villanova, instrutores de Bombas e Explosivos da Academia Nacional de Polícia da Polícia Federal, por instrutores de Polícias Militares dos Estados e da Força Nacional, capitão Giovaninni (SP), Soldado Eric (SP), capitão Alkimar (CE), Capitão Luigi (RS), e da Comissão Nacional de Energia Nuclear (CNEN), doutor Ismar.
A segunda e a terceira fases do curso vão contar com palestrantes dos Estados Unidos, Colômbia, Israel, Canadá – o diretor internacional da IABTI (Associação Internacional de Técnicos e Investigadores de Bombas), que reúne 5 mil associados de mais de 60 países – além de uma equipe de instrução do ATF&E (Alcohool, Tobacco, Firearms and Explosives).
Fonte: Agência APCF
Quinta-feira, 20 de novembro de 2008