O presidente da Associação Nacional dos Peritos Criminais Federais (APCF), Marcos Camargo, publicou nesta quinta-feira (26/2) artigo no jornal Correio Braziliense em que defende que o investimento estruturado na segurança pública deve ser compreendido como retorno institucional e econômico para o Estado.

No texto, Camargo analisa a modernização das organizações criminosas e sustenta que o enfrentamento ao crime organizado exige previsibilidade orçamentária, tecnologia, integração institucional e produção de prova científica qualificada. Ele argumenta que, embora o Brasil tenha acumulado resultados relevantes na recuperação de ativos e descapitalização de redes criminosas, é necessário garantir fonte permanente de recursos às polícias da União.

Como proposta, o presidente da APCF defende a criação do Fundo Nacional de Combate ao Crime Organizado (FUNCOC), com reinvestimento dos valores confiscados em modernização tecnológica, capacitação e fortalecimento estrutural das instituições. Segundo ele, a medida permitiria transformar resultados operacionais em aprimoramento permanente da segurança pública.

Leia o artigo completo no Correio Braziliense.