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Peritos federais apresentam metodologias da PF em evento sobre obras públicos

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Os peritos criminais federais Cristiano da Cunha Duarte e Régis Signor foram palestrantes do Encontro Nacional de Auditoria de Obras Públicas, realizado de 11 a 13 setembro no Espírito Santo. Promovido pelo Instituto Brasileiro de Auditoria de Obras Públicas (Ibraop), o evento debateu assuntos envolvendo a utilização de novas tecnologias e equipamentos, sistemas informatizados e auditorias inovadoras.

Cristiano falou sobre o Inteligeo (Sistema de Inteligência Geográfica da Perícia da Polícia Federal), que tem o objetivo de facilitar a localização, exibição e análise de informações geográficas. “São mais de 250 camadas de informações em várias frentes [balística, DNA e local de crime] disponibilizadas para os peritos elaborarem suas perícias de forma mais simples e centralizada. Isso não só enriquece os laudos, como torna o trabalho muito mais produtivo”, afirmou.

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A palestra de Régis Signor foi sobre as novas possibilidades de detecção de acordos secretos em licitações de obras de Engenharia. Ele ressaltou dados que mostram a gravidade da situação dos cartéis no Brasil. “Estima-se que 1,3 trilhão de reais são investidos em obras de engenharia no país por ano. Se apenas 1% desse valor for desviado, já são 10 milhões de reais de prejuízo. Vejam que o terreno para colusão é muito grande. Por isso os cartéis são um problema sério”, explicou.

Régis ressaltou ainda que, quando surgiu a Lava Jato, a PF não tinha um método de trabalho específico para combater conluios. “Foi quando o método probabilístico foi desenvolvido, onde o comportamento em conjunto dos concorrentes foram analisados. A partir daí, foi desenvolvido o cálculo do comportamento de um grupo de competidores em uma licitação honesta, para então se detectar uma desonesta.”

“Os métodos de detecção dependem de comprovação. Mas para a finalidade administrativa, todo método é válido para evitar o desvio de recursos de obras públicas”, completou Régis.

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*Com informações do Ibraop

Setembro Amarelo: APCF promove palestra de conscientização no INC

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Sob a premissa de que é preciso falar sobre o suicídio e quebrar tabus no ambiente de trabalho, a Polícia Federal promoveu nesta 5ª feira (12/9), em Brasília, uma palestra para aprofundar a discussão sobre a causa que deu início à campanha Setembro Amarelo.

O evento, que contou com o apoio da Associação Nacional dos Peritos Criminais Federais (APCF), da Federação Nacional dos Policiais Federais (Fenapef) e do Sindicato dos Policiais Federais no Distrito Federal (Sindipol-DF), lotou o auditório do Instituto Nacional de Criminalística (INC). Além dos peritos criminais federais, agentes, escrivães, delegados, papiloscopistas e servidores administrativos da PF participaram do encontro.

Segundo uma pesquisa divulgada pelo Grupo de Estudo e Pesquisa em Suicídio e Prevenção (Gepesp), ligado à Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), de 2009 a 2019, mais de 30 policiais federais tiraram a própria vida. Presidente da APCF, Marcos Camargo destacou que é necessário debater o assunto conscientemente e ressaltou que o órgão precisa estar preparada para enfrentar o problema.

“Não podemos encarar a depressão como bobagem. Ela é uma doença e precisa de tratamento médico e psicológico. É fundamental investimentos em atenção profissional especializada ao servidor e priorizar um ambiente de trabalho sadio”, afirmou Camargo.

Quem também prestigiou o evento foi o diretor Técnico-Científico (Ditec), Fábio Salvador. Destacando a quantidade de policiais federais que se suicidaram nos últimos anos, Salvador cobrou reflexões profundas sobre o assunto.

Na mesma linha de pensamento, o diretor de Gestão de Pessoal (DGP), Delano Cerqueira Bunn, defendeu uma relação saudável entre os servidores da PF. “Com essa rede positiva de ajuda ao próximo será mais fácil prevenir e agir de forma precisa.”

O superintendente regional da PF no DF, Márcio Nunes de Oliveira, lembrou os casos recentes na instituição e pediu uma salva de palmas em homenagem aos ex-colegas. “Que sejamos vigilantes uns com os outros e que cada um consiga ser o apoio que o próximo precisa.”

Com o tema “Felicidade no mundo atual”, o psicólogo Wander Pereira fechou o evento com uma palestra aos presentes. Ele falou sobre a importância de estar bem consigo mesmo e deu dicas sobre enfrentar os obstáculos da vida. “Acredite, a felicidade lhe ajuda a alcançar resultados positivos e não ao contrário.”

APCF participa de evento sobre segurança digital para juízes

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O presidente da Associação Nacional dos Peritos Criminais Federais (APCF), Marcos Camargo, e o diretor da entidade Evandro Lorens participaram do curso “Segurança da Informação: Questões Práticas”, realizado nesta 3ª feira (10/9) pela Associação dos Juízes Federais de São Paulo e Mato Grosso do Sul (Ajufesp) em parceria com a Escola de Magistrados da Justiça Federal da 3ª Região (Emag).

O presidente da APCF compôs a mesa de abertura do evento, que tinha como público alvo juízes federais, desembargadores e servidores do judiciário. Para ele, o debate sobre segurança digital é importante para todos os cidadãos.

“Com o mundo cada vez mais conectado, é necessário discutir questões de envolvam o uso seguro dos equipamentos e plataformas virtuais, a fim de garantir a proteção e a privacidade dos usuários”, afirmou Marcos Camargo.

Durante o curso, exemplares do guia prático recém lançado pela APCF com dicas sobre como se proteger das ameaças do universo virtual foram distribuídos para os presentes (clique aqui para baixar).

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Especialista em informática e um dos autores da cartilha, Evandro Lorens foi um dos palestrantes do evento. Ele reforçou a importância do uso consciente e do melhor aproveitamento dos recursos de  segurança digital oferecidos.

Durante sua exposição, Lorens ainda chamou a atenção para os tipos de ataques cibernéticos mais comuns e elencou as precauções fundamentais para evitar invasões e roubos de dados.

“O desejo de todos nós é que os aplicativos, os celulares e programas de computador fossem totalmente seguros. Mas, infelizmente, não existe 100% de segurança. Por isso, a relevância de nos mantermos atualizados sobre informações relacionadas a nossa privacidade digital”, ressaltou.

APCF NA MÍDIA: apoio ao diretor-geral da PF é destaque na imprensa nacional

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A manifestação de apoio da Associação Nacional dos Peritos Criminais Federais (APCF) ao atual diretor-geral da Polícia Federal, Maurício Valeixo, foi destaque na imprensa nacional. Em nota oficial assinada pelo presidente da APCF, Marcos Camargo, a entidade diz que “a prerrogativa de mudar a direção da PF não pode dar ao Executivo carta branca para destituir, em poucos meses e sem critérios objetivos, o atual dirigente máximo do órgão”.

Clique aqui para conferir a íntegra da nota da APCF.

Confira repercussões da manifestação da Associação:

Estadão

O Antagonista

UOL

Congresso em Foco

IstoÉ

NOTA: APCF manifesta apoio ao atual diretor-geral da PF

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“Diante das especulações sobre eventual troca na direção-geral da Polícia Federal, a Associação Nacional dos Peritos Criminais Federais (APCF) manifesta total apoio, respeito e reconhecimento da perícia criminal federal ao trabalho sério e independente que tem sido realizado pelo atual diretor-geral, Maurício Valeixo.

Atuando com isenção e liberdade, de forma republicana, a instituição tem mostrado princípios maiores e visão de futuro, fazendo aquilo que tem sido sua bandeira: a integração de forças para combater o crime organizado e os corruptos, o que tem permitido o amplo reconhecimento da população.

A prerrogativa de mudar a direção da PF não pode dar ao Executivo carta branca para destituir, em poucos meses e sem critérios objetivos, o atual dirigente máximo do órgão. O respeito à instituição é fundamental para sua efetividade no combate ao crime, doa a quem doer. Mesmo que os eventuais nomes aventados para assumir o cargo sejam qualificados, acreditamos ser necessário investir na continuidade do bom trabalho que vem sendo realizado.

Ainda que administrativamente ligada ao Executivo e ao Ministério da Justiça, a PF, com sua autonomia, tem atuado com efetividade contra o crime organizado violento e do colarinho branco. Essa independência em relação aos ocupantes de cargos eletivos e políticos foi determinante para que fossem obtidos, nos últimos anos, excelentes resultados em benefício da sociedade, como na Operação Lava Jato, que já investigou, inclusive, integrantes de partidos antagônicos.

A APCF espera que o atual governo, eleito com a bandeira de fortalecimento do combate ao crime, mantenha e aprimore os avanços e conquistas da PF dos últimos anos.”

Marcos Camargo, presidente da Associação Nacional dos Peritos Criminais Federais (APCF)

Perito da PF assume assessoria especial no Ministério da Infraestrutura

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O perito criminal federal Alan de Oliveira Lopes tomou posse para o cargo de assessor especial do Ministério da Infraestrutura recentemente. Engenheiro Civil de formação, Alan atuará na área de políticas públicas do setor aéreo.

Segundo o perito federal, sua função é acompanhar as atividades da área e prestar suporte técnico à tomada de decisões do ministro da Infraestrutura, Tarcísio Freitas. 

Com grande experiência em perícias em obras públicas e em transportes, Lopes tem por objetivo colaborar com o desenvolvimento da infraestrutura nacional e evitar que práticas corruptas voltem a acontecer no setor aéreo.

“O trabalho aqui é muito dinâmico e todos os dias tenho contato com novos desafios. Espero que com minha experiência eu possa contribuir com o país. Com o trabalho de prevenção, é possível evitar atos corruptos na sua origem.”, afirma o perito criminal federal.

APCF leva preocupações sobre novo CPP ao deputado Fábio Trad

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O presidente da Associação Nacional dos Peritos Criminais Federais (APCF), Marcos Camargo, foi recebido, na 4ª feira (4/9), pelo deputado federal Fábio Trad (PSD-MS), que é presidente da comissão especial que vai analisar o novo Código de Processo Penal (CPP). 

Camargo levou as preocupações da perícia federal sobre o projeto e expôs a necessidade de se aprimorar o texto para assegurar a legalidade e a eficiência dos processos na esfera criminal.

“O projeto do novo CPP fragiliza a prova material isenta porque ele permite, na prática, dispensar a realização de perícia oficial nos vestígios dos crimes, possibilitando que o processo criminal se baseie apenas em provas testemunhais e documentais”, explicou Camargo ao parlamentar.

O presidente da APCF também disse que é necessário tornar o CPP compatível com o novo momento do país, levando em consideração, entre outras questões, a taxa de crimes como homicídio e estupro. 

Apoiador da perícia criminal, Fábio Trad se comprometeu a fortalecer a criminalística e a valorização da prova técnica. Ele ainda manifestou preocupação com os pontos expostos pela APCF e se colocou à disposição para debates sobre o tema.

Audiência na Câmara debate regulamentação das criptomoedas

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Especialistas debateram o projeto de regulamentação de moedas virtuais e de programas de milhagem de companhias aéreas (PL 2303/15). O perito criminal federal Tiago Melo foi um dos expositores da audiência pública, promovida nesta 4ª feira (4/9) pela comissão especial que analisa a proposta na Câmara dos Deputados. 

O objetivo do projeto é reduzir os riscos das chamadas criptomoedas contra a estabilidade financeira, diminuir a possibilidade de atividades ilegais e proteger o consumidor contra eventuais abusos. O perito federal destacou que a regulamentação é necessária, mas que a lei precisa ser bem estruturada. 

“Criptomoedas são uma realidade, e na regulamentação é importante existir regras para que as pessoas não achem que essas moedas virtuais são sinônimos de anonimato e impunidade. É fundamental critérios claros e precisos”, alertou.

Tiago Melo também chamou a atenção para o trabalho da perícia federal em investigações que envolvem moedas virtuais. Segundo ele, entre os tipos de transações com criptomoedas mais comuns, quatro impactam na atuação da PF. São elas: evasão de divisas, transações na darknet, lavagem de dinheiro e os chamados ransomware – que são softwares nocivos que restringem o acesso ao sistema infectado com uma espécie de bloqueio e cobra um resgate em criptomoedas para que o acesso possa ser restabelecido. 

“Essas transações fazem parte daquilo que nós chamamos de crimes como serviço. Você tem quadrilhas, organizações criminosas que utilizam sua expertise para vender um serviço para outra pessoa de forma ilícita”, exemplificou. 

Não há atualmente legislação específica voltado ao regime jurídico dos ativos criptográficos no país, exceto uma instrução normativa da Receita Federal. O projeto de lei prevê, entre outros pontos, a inclusão das criptomoedas no escopo do Banco Central. Para o diretor da Federação Brasileira de Bancos (Febraban), Leandro Vilain, a regulação é imprescindível, desde que seja fundamentada em alguns pilares para evitar riscos ao mercado financeiro.

“É preciso levar em consideração a proteção ao consumidor, prevenção à lavagem de dinheiro e ao financiamento do terrorismo, segregação dos ativos, preservação do apoio tecnológico e o combate à evasão de divisas”, ressaltou Vilain. 

Foto: Vinicius Loures/Câmara dos Deputados

O Globo: Peritos federais registram desmatamento em terra indígena na Amazônia

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A colunista Bela Megale, do jornal O Globo, destacou nesta 4ª feira (4/9) o trabalho dos peritos criminais federais que investigam possíveis ações criminosas na Amazônia. Segundo ela, após um sobrevoo na região realizado no dia 27 de agosto, os peritos criminais federais registraram pontos de desmatamento recente na terra indígena Itaúna Itatá, na região de Altamira, no Pará.

Para identificar os locais exatos que precisavam ser sobrevoados para averiguar suspeitas de desmatamento em terras indígenas, os peritos federais usaram uma ferramenta específica da PF. 

Leia a íntegra da notícia clicando aqui.

Utec de Uberlândia realiza curso nacional na área de extração mineral

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Promovido pela Unidade Técnico-Científica (Utec) de Uberlândia (MG), o curso “Perícia em Local de Extração Mineral de Agregados da Construção Civil” reuniu cerca de 25 peritos criminais federais de todo o país entre os dias 26 e 30 de agosto em sua nova sede na cidade mineira.

Profissionais de diversas áreas de formação participaram do treinamento, que tinha como objetivo capacitar os peritos federais na identificação e mensuração de bens minerais extraídos de forma criminosa, bem como na valoração dos danos ambientais decorrentes.

Os agregados de construção são materiais sem forma e volume definidos, usados em obras de engenharia civil, como pedra britada, cascalho e areias. Para que se tenha ideia do que representa o mercado clandestino desses materiais, estima-se que somente a mineração ilegal de areia no mundo movimenta anualmente cerca de US$ 200 bilhões.

Lotado na Bahia, o perito federal Pedro Mendes destaca que o curso é extremamente útil para os profissionais da área, pois também abrange aspectos da execução técnica e legislação relativa. “Os palestrantes de diversas instituições trouxeram contribuições interessantes que afetam a maneira como abordamos esse tipo de perícia. A iniciativa deve servir de incentivo a outros treinamentos dessa qualidade e pertinência.”

Além de peritos criminais federais, o conteúdo do curso também foi ministrado por profissionais da Agência Nacional de Mineração (ANM), do Ministério Público Federal (MPF), da Superintendência Regional de Meio Ambiente do Triângulo Mineiro e Alto Paranaíba (Supram-TMAP) e da Associação Nacional das Entidades de Produtores de Agregados para Construção (Anepac).

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