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Seminário de Perícia em Informática debate desafios da análise de grandes volumes de dados

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Peritos criminais federais discutiram os desafios da análise de grandes volumes de dados apreendidos em operações durante o Seminário de Perícia em Informática, realizado este mês no Instituto Nacional de Criminalística (INC), em Brasília. O encontro abordou ferramentas e soluções tecnológicas para auxiliar os exames periciais.

Com mais de 30 horas de programação, o seminário incluiu apresentações de ferramentas desenvolvidas por profissionais da Polícia Federal nos estados e no próprio INC. As iniciativas buscam facilitar a realização dos exames e responder a problemas enfrentados pelos peritos de informática.

Para o perito criminal federal Luís Filipe da Cruz Nassif, chefe do Serviço de Perícias de Informática (SEPINF) da Polícia Federal, a troca dessas experiências permite que soluções adotadas em determinados casos possam ser aproveitadas por outros profissionais em novas demandas. “O compartilhamento de experiências entre os peritos e também com a iniciativa privada é extremamente importante”, afirmou.

Entre os temas discutidos, a inteligência artificial foi abordada tanto como recurso de apoio aos exames quanto pelo uso dessas tecnologias por criminosos. Os debates contemplaram aplicações que podem auxiliar os peritos e formas de enfrentar o emprego da IA em práticas criminosas.

A atuação da perícia em casos de abuso contra crianças e adolescentes também esteve na pauta. Nesse contexto, foi discutido o ECA Digital, legislação voltada à proteção desse público no ambiente digital.

Além das apresentações dos peritos, o seminário contou com palestras de empresas que desenvolvem soluções de perícia digital, entre elas Cellebrite e Magnet. A participação permitiu o intercâmbio de experiências entre os profissionais da Polícia Federal e representantes da iniciativa privada sobre ferramentas utilizadas na atividade pericial.

Grupo com participação da perícia criminal federal completa 10 anos de atuação no controle de novas drogas

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A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) realizou na quarta-feira (9), em Brasília, uma sessão comemorativa pelos 10 anos do Grupo de Trabalho para Classificação de Substâncias Controladas. A iniciativa reúne representantes da Anvisa, da Polícia Federal, da Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp) e da Secretaria Nacional de Políticas sobre Drogas e Gestão de Ativos (Senad).

Instituído em 2015, o grupo trabalha para aperfeiçoar os procedimentos de identificação, avaliação e controle de entorpecentes, psicotrópicos e outras substâncias sujeitas a controle especial no Brasil. A atuação conjunta busca tornar mais ágil a resposta do poder público ao surgimento de novas drogas.

Nesse processo, a perícia criminal desempenha papel fundamental. Os exames realizados em materiais apreendidos permitem identificar novos compostos e variações de substâncias já conhecidas. Os resultados fornecem informações técnicas que podem subsidiar a Anvisa na atualização das listas de substâncias controladas no país.

Para o presidente da Associação Nacional dos Peritos Criminais Federais (APCF), Marcos Camargo, a integração entre os diferentes órgãos é indispensável diante das constantes transformações no mercado de drogas.

“A identificação de novas substâncias exige conhecimento técnico especializado e uma resposta articulada entre diferentes órgãos. Ao transformar os achados dos exames periciais em informações que subsidiam a atualização das listas de controle, a perícia criminal federal contribui para que o Estado acompanhe as mudanças cada vez mais rápidas no mercado de drogas”, afirma.

Ao longo de sua atuação, o grupo também desenvolveu mecanismos para facilitar a comunicação entre a Anvisa e os laboratórios periciais federais e estaduais. A troca de informações permite que a identificação de novas substâncias seja comunicada à Agência, responsável pela atualização das listas de controle.

Entre os avanços promovidos pelo grupo está a adoção da classificação por classes estruturais. O modelo permite controlar diferentes substâncias que compartilham determinadas características químicas, inclusive quando pequenas alterações são feitas nas moléculas com o objetivo de contornar a legislação

Treinamento no INC fortalece cooperação latino-americana na análise pericial de drogas

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O Instituto Nacional de Criminalística (INC), em Brasília, recebeu, entre 31 de agosto e 4 de setembro, técnicos brasileiros e de outros países da América Latina para o IX Curso de Instrumentação em Química Analítica – Conhecimentos Básicos em CG/EM – PNIDD. Realizada no âmbito do Programa Nacional de Integração de Dados Periciais sobre Drogas (PNIDD), a capacitação combinou atividades teóricas e práticas com a troca de métodos e experiências voltados à identificação de drogas e de novas substâncias psicoativas.

A atividade acrescentou uma dimensão regional às capacitações promovidas e apoiadas pelo PNIDD em 2026. Segundo o perito criminal federal Maurício Leite Vieira, chefe do Serviço de Perícias de Laboratório (SEPLAB), os treinamentos anteriores relacionados à cromatografia gasosa estavam concentrados nos institutos estaduais de perícia. Nesta edição, a participação de profissionais latino-americanos permitiu aproximar laboratórios com diferentes estruturas e formas de trabalho.

Durante o curso, os participantes estudaram a operação e as aplicações do cromatógrafo gasoso acoplado ao espectrômetro de massas. O equipamento permite separar e identificar os componentes presentes em uma amostra e pode ser empregado na análise de drogas, medicamentos, agrotóxicos e outras substâncias químicas.

“Esse é um tipo de equipamento que não só analisa, separa e identifica vários tipos de drogas, como também medicamentos, agrotóxicos e outras substâncias químicas”, explicou Maurício.

O intercâmbio abrange tanto drogas clássicas, como cocaína e maconha, quanto o avanço das novas substâncias psicoativas. Embora os peritos criminais federais tenham atuado como instrutores, Maurício ressaltou que a cooperação permite aos profissionais brasileiros conhecer técnicas e soluções adotadas por laboratórios de outros países diante de problemas semelhantes.

A participação de Letícia Pascovich, do Laboratório de Química e Toxicologia do ITF-URU, exemplificou essa complementaridade. Segundo a especialista uruguaia, a estrutura disponível no INC possibilita realizar análises importantes para a identificação de substâncias emergentes que ainda não podem ser conduzidas em seu país.

“O que me parece mais interessante é conseguir conjugar as condições de trabalho para detectar novas substâncias, sobre as quais há pouca informação. Em nosso país, não temos a possibilidade de elucidar estruturas, e aqui, sim. Então, seria importante combinar o trabalho dos dois países para enfrentar a emergência desse tipo de substância”, afirmou.

O projeto relacionado à capacitação recebe apoio do Departamento de Estado dos Estados Unidos. De acordo com Gabriel Andreuccetti, oficial sênior do Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime (UNODC), a cooperação ajuda a acompanhar as transformações observadas no mercado regional de drogas. “Esse projeto tem sido de grande importância para a identificação dessas novas substâncias e também das novas tendências de drogas sintéticas que estão se espalhando pela região do Cone Sul”, afirmou.

Instituído em 2025 e coordenado conjuntamente pela Secretaria Nacional de Políticas sobre Drogas e Gestão de Ativos (Senad), do Ministério da Justiça e Segurança Pública, e pela Diretoria Técnico-Científica da Polícia Federal, o PNIDD busca integrar bases de dados, harmonizar procedimentos periciais e ampliar a capacidade de detecção de novas substâncias psicoativas.

Para o perito criminal federal Adriano Maldaner, secretário-executivo do programa, a aproximação entre profissionais e instituições também permite compartilhar soluções desenvolvidas no cotidiano dos laboratórios e reunir informações ainda fragmentadas sobre intoxicações e drogas de abuso.

“O PNIDD vem como uma cola, como uma maneira de unir essas diferentes instituições, diferentes pessoas e diferentes formas de trabalhar num objetivo comum, que é ter informações embasadas tecnicamente que façam sentido para as políticas públicas”, sintetizou.

Nota Pública

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A Associação Nacional dos Peritos Criminais Federais (APCF) acompanha com atenção os últimos acontecimentos envolvendo a Polícia Federal, em especial o pedido de afastamento de seu diretor-geral, Andrei Rodrigues.

O afastamento do comando máximo de uma instituição de Estado é medida de excepcional gravidade e deve fundamentar-se em indícios concretos e verificáveis, submetidos, ainda que em momento posterior, ao devido contraditório.

Diante da excepcional gravidade institucional da medida, que afeta a Direção-Geral da PF, a APCF entende recomendável que a matéria seja submetida, com a mesma urgência com que foi tomada, à apreciação do Plenário do Supremo Tribunal Federal (STF).

A análise do colegiado é fundamental para a legitimidade dos atos relacionados ao processo em questão, justamente por tratar de decisões com repercussão direta sobre a governança da segurança pública e o equilíbrio entre os Poderes.

A APCF seguirá atenta aos desdobramentos do caso, confiando que as apurações em curso observarão as garantias do devido processo legal, do contraditório e da ampla defesa de todos os envolvidos, sempre em defesa de uma Polícia Federal de Estado, forte, técnica e independente.

Associação Nacional dos Peritos Criminais Federais (APCF)

Auditoria da APCF atesta integridade da votação do Prêmio Congresso em Foco

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A Associação Nacional dos Peritos Criminais Federais (APCF) realizou a auditoria independente da votação popular da 19ª edição do Prêmio Congresso em Foco. O trabalho atestou a integridade, a segurança e a confiabilidade do processo de apuração da premiação.

O presidente da entidade, Marcos Camargo, e o vice-presidente, Luiz Spricigo Junior, participaram, nessa terça-feira (25/8), da cerimônia de entrega do prêmio, realizada na Sala Martins Pena do Teatro Nacional Cláudio Santoro, em Brasília. Spricigo também assinou o parecer da auditoria.

O trabalho analisou as tecnologias utilizadas no recebimento de votos pela web e pelo WhatsApp, além das bases de dados brutas e tratadas do processo de votação. A comparação permitiu verificar os registros originais e aqueles efetivamente considerados na consolidação dos resultados.

Segundo o parecer, os controles e as tecnologias de segurança da informação adotados “mostraram-se eficazes na prevenção de acessos não autorizados e na identificação de tentativas de votação automatizada ou anômala”.

Criado em 2006, o Prêmio Congresso em Foco conta com a auditoria da APCF desde 2008 e busca incentivar a sociedade a acompanhar mais de perto o trabalho desenvolvido no Congresso Nacional. Em 2026, os vencedores foram escolhidos por meio de votação popular, avaliação de jornalistas especializados e análise de um júri técnico.

Perícia criminal federal é destaque em encontro nacional de ciências forenses

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A perícia criminal federal teve participação de destaque no 10º Encontro Nacional de Química Forense (ENQFor) e no 7º Encontro da Sociedade Brasileira de Ciências Forenses (SBCF), realizados de 16 a 19 de agosto, no campus da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), em Belo Horizonte. Peritos criminais federais compartilharam conhecimentos e experiências em palestras, painéis, mesas integrativas e minicursos dedicados a diferentes áreas da atividade pericial.

Com o tema “Novos Horizontes para as Ciências Forenses”, os encontros reuniram pesquisadores, professores e profissionais do Brasil e do exterior para discutir inovações tecnológicas, novas metodologias e desafios presentes nas investigações criminais. A programação incluiu conferências, sessões temáticas, apresentações de trabalhos científicos, minicursos e atividades práticas. A APCF foi uma das apoiadoras dos eventos.

A aplicação da inteligência artificial às ciências forenses esteve entre os destaques. O perito criminal federal Arnaldo Gomes dos Santos Junior, que atuou como oficial de Crimes Cibernéticos da Interpol em Singapura entre 2021 e 2023, ministrou um minicurso e uma palestra sobre o tema. As atividades abordaram possibilidades de uso da IA em pesquisa, análise de documentos, imagens e dados e no apoio à elaboração e à revisão de laudos, além de limitações, confiabilidade, privacidade e segurança da informação.

O combate à mineração ilegal também integrou os debates. A perita criminal federal Karen Santos e Silva apresentou o Programa Ouro Alvo e o trabalho desenvolvido para determinar a origem do ouro ilegal no Brasil. A iniciativa emprega conhecimento geológico e técnicas científicas para ampliar a rastreabilidade do minério e contribuir para investigações relacionadas à extração e ao comércio ilegais.

Na área de documentoscopia, os peritos criminais federais Erick Simões da Câmara e Silva e Priscila Dias Sily participaram do painel “Do papel ao pixel: os novos caminhos da Documentoscopia Digital”. A discussão tratou das transformações na produção, assinatura, armazenamento e verificação de documentos diante de tecnologias como assinaturas eletrônicas e inteligência artificial.

Temas de repercussão atual também estiveram presentes. A perita criminal federal Diana Brito da Justa Neves participou do painel sobre as chamadas canetas emagrecedoras, que abordou a falsificação desses medicamentos e a análise dos produtos apreendidos. Na área ambiental, Cristiano da Cunha Duarte apresentou o Programa Brasil MAIS e o uso de imagens de satélite no enfrentamento ao desmatamento, à mineração ilegal, às queimadas e às ocupações irregulares. Mauro Mendonça Magliano participou do debate sobre valoração de danos ambientais.

Integrantes da diretoria da APCF também participaram da programação científica. O secretário-geral da Associação, perito criminal federal Rafael de Liz, integrou a mesa “Cadeia de Custódia” e apresentou a palestra “Integridade e Rastreabilidade da Prova Pericial”, em debate que reuniu representantes da advocacia e da Justiça Federal. A suplente de secretária-geral da APCF, perita criminal federal Mônica Paulo, participou da mesa dedicada ao Sistema de Alerta Rápido sobre Drogas.

A programação contemplou ainda discussões sobre comparação facial, bancos de dados periciais integrados, antropologia forense, análise de alimentos e produtos comerciais, perícias em obras de arte e relógios de luxo, microvestígios e comunicação das ciências forenses.

“Essa diversidade de temas mostra como a perícia criminal está presente em desafios cada vez mais complexos, do ambiente digital aos crimes ambientais e financeiros. A ciência precisa acompanhar as transformações da criminalidade e, muitas vezes, antecipá-las. O intercâmbio entre peritos, pesquisadores e universidades é fundamental para desenvolver novos métodos e fortalecer a produção da prova científica no país”, afirma o presidente da Associação Nacional dos Peritos Criminais Federais (APCF), Marcos Camargo.

APCF recebe prêmio pelo Podcast Perícia Federal

Durante o encontro, o Podcast Perícia Federal, da APCF, recebeu o 7º Prêmio Destaque Forense na categoria “Trabalho de Divulgação”. Promovida pela SBCF, a premiação reconhece profissionais, projetos e trabalhos que contribuem para o desenvolvimento e a divulgação das ciências forenses no Brasil.

Danielle Ramos, assessora de Relações Públicas e Eventos da APCF e uma das apresentadoras do podcast, representou a equipe e recebeu o prêmio em nome do programa. Ela divide a apresentação com o jornalista Gustavo Azevedo, assessor de comunicação da entidade pela Novo Selo Comunicação. Ambos também participaram da concepção da iniciativa.

Criado para ampliar o conhecimento da sociedade sobre as ciências forenses e a atuação da perícia criminal federal, o podcast recebe especialistas e convidados para discutir temas relacionados à ciência, à segurança pública, à Justiça e ao trabalho dos peritos criminais.

Homenagem a Octavio Brandão

Ao fim do encontro, foi prestada uma homenagem à memória do perito criminal federal aposentado Octavio Brandão Caldas Neto, ex-presidente da APCF e ex-diretor do Instituto Nacional de Criminalística (INC), falecido poucos dias antes do evento.

Brandão dedicou mais de 35 anos de sua trajetória profissional à Polícia Federal, onde ingressou em 1981. Presidiu a APCF de 2007 a 2010 e teve participação importante na construção e na estruturação do INC, além de atuar ao longo da carreira pela valorização da perícia criminal federal e pela defesa da categoria.

Nota de Pesar – PCF George Byron Fontes

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A Associação Nacional dos Peritos Criminais Federais (APCF) manifesta profundo pesar pelo falecimento do perito criminal federal aposentado George Byron Fontes, ocorrido nesta quarta-feira (19/8), aos 79 anos.

Formado em Ciências Contábeis e residente em Pernambuco, George Byron ingressou na Polícia Federal em 1977, onde construiu sua trajetória profissional a serviço da instituição e da perícia criminal federal.

Neste momento de dor, a APCF se solidariza com familiares, amigos e colegas, expressando suas mais sinceras condolências e desejando conforto a todos que conviveram com George Byron Fontes.

Associação Nacional dos Peritos Criminais Federais (APCF)

Podcast Perícia Federal, da APCF, conquista Prêmio Destaque Forense

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O Podcast Perícia Federal, da Associação Nacional dos Peritos Criminais Federais (APCF), conquistou o Prêmio Destaque Forense. Concedida na categoria “Trabalho de Divulgação”, a premiação reconhece o trabalho desenvolvido pela equipe na produção e apresentação do programa.

Durante o evento, Danielle Ramos, assessora de Relações Públicas e Eventos da APCF e uma das apresentadoras do podcast, representou a equipe e recebeu o prêmio em nome do programa. Ela divide a apresentação com o jornalista Gustavo Azevedo, assessor de comunicação da entidade pela Novo Selo Comunicação. Ambos também participaram da concepção da iniciativa.

O Podcast Perícia Federal foi criado para ampliar o conhecimento da sociedade sobre as ciências forenses e a atuação da perícia criminal federal. A cada episódio, especialistas e convidados discutem temas relacionados à ciência, à segurança pública, à Justiça e ao trabalho dos peritos criminais.

O programa é veiculado nos canais oficiais da APCF no YouTube e nas principais plataformas de áudio.

Promovido pela Sociedade Brasileira de Ciências Forenses (SBCF), o Prêmio Destaque Forense reconhece profissionais, projetos e trabalhos que contribuem para o desenvolvimento e a divulgação das ciências forenses no Brasil.

Nota de Pesar – APCF em luto por Octavio Brandão, ex-presidente da entidade

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É com profundo pesar que a Associação Nacional dos Peritos Criminais Federais (APCF) recebe a notícia do falecimento do perito criminal federal aposentado Octavio Brandão Caldas Neto, ex-presidente da entidade e ex-diretor do Instituto Nacional de Criminalística (INC).

Brandão dedicou mais de 35 anos anos de sua trajetória profissional à Polícia Federal, onde ingressou em 1981. Ao longo da carreira, exerceu funções de destaque na perícia criminal federal, tendo chefiado o laboratório de criminalística e dirigido o INC. Também presidiu a APCF de 2007 a 2010, período em que atuou pela valorização e pelos direitos dos peritos criminais federais.

Entre as marcas de sua trajetória está a contribuição para a construção e a estruturação do Instituto Nacional de Criminalística, projeto que o próprio Brandão apontava como uma de suas maiores realizações profissionais. Ao se aposentar, em 2019, resumiu sua passagem pela Polícia Federal com a sensação de “dever cumprido” e manifestou o desejo de que seus colegas preservassem as conquistas alcançadas e continuassem trabalhando pelo fortalecimento da perícia.

Diante de sua relevante contribuição à história da perícia criminal federal e da APCF, a Associação decreta luto oficial de três dias.

A APCF manifesta profundo pesar por sua partida e presta homenagem à memória de seu ex-presidente, reconhecendo a dedicação de uma vida à perícia criminal federal, ao Instituto Nacional de Criminalística e à defesa da categoria.

Parceria com Dental Concept oferece 20% de desconto em procedimentos odontológicos

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Associados da APCF e seus dependentes têm direito a 20% de desconto em todos os procedimentos odontológicos oferecidos pela Dental Concept, clínica localizada no Brasília Shopping, em Brasília.

A parceria amplia as opções de cuidados com a saúde disponíveis aos associados e contempla serviços de odontologia estética, preventiva e reabilitadora, realizados por equipe especializada.

Entre os procedimentos oferecidos pela clínica estão:

  • implante dentário;
  • lentes de contato dental;
  • tratamentos estéticos;
  • coroas e blocos em cerâmica;
  • restaurações;
  • cirurgias gengivais;
  • tratamento de canal;
  • aparelhos ortodônticos tradicionais e Invisalign;
  • profilaxia com Airflow;
  • clareamento dental;
  • laserterapia;
  • placa para bruxismo.

Além do desconto, a Dental Concept oferece atendimento em horário de almoço, facilidade para agendamento, atendimento prioritário e estrutura moderna, com tecnologia e conforto.

Como acessar o benefício

Associados e dependentes interessados podem realizar o agendamento diretamente com a Dental Concept pelos canais de atendimento da clínica:

WhatsApp: (61) 99666-0471
Site: dentalconcept.com.br
Instagram: @dentalconcept.bsb

A clínica está localizada no Brasília Shopping, Torre Sul, sala 1401, em frente à sede da Polícia Federal.

O desconto de 20% é válido para associados da APCF e seus dependentes, em todos os procedimentos odontológicos oferecidos pela Dental Concept.