Início Site Página 2

APCF recebe diretoria da FenaPRF e compartilha experiência da Fundação Justiça pela Ciência

0

A Associação Nacional dos Peritos Criminais Federais (APCF) recebeu, na terça-feira (11/3), a diretoria da Federação Nacional dos Policiais Rodoviários Federais (FenaPRF) em visita institucional à sede da Fundação Justiça pela Ciência, em Brasília. O encontro foi dedicado à apresentação da experiência da APCF na criação e organização da fundação, além da troca de informações sobre iniciativas de interesse comum das carreiras policiais federais.

O presidente da APCF, Marcos Camargo, destacou que a reunião integra a cooperação permanente entre entidades representativas das carreiras policiais federais. “Essa agenda é importante porque nos permite compartilhar a experiência que a APCF consolidou com a Fundação Justiça pela Ciência e, ao mesmo tempo, dialogar sobre pautas que são comuns às carreiras policiais federais”, afirmou.

Ao longo do encontro, os representantes das duas entidades também abordaram aspectos jurídicos, administrativos e estatutários relacionados à estruturação e à gestão de fundações vinculadas a associações representativas, em uma troca de experiências sobre modelos de organização e possibilidades de atuação. A visita também abriu espaço para o debate sobre temas que impactam diretamente a atuação dessas carreiras, como a previdência policial, o FUNCOC e aspectos relacionados à organização da segurança pública.

Também participaram da reunião o presidente da Fundação Justiça pela Ciência, Hélio Buchmüller Lima, o diretor Evandro Lorens, integrantes da assessoria jurídica da APCF e a delegação da FenaPRF, composta por nove diretores, entre eles o presidente da entidade, Tácio Melo da Silveira.

APCF recebe mesa redonda com lideranças da perícia durante o iLab Segurança 2026

0

A Associação Nacional dos Peritos Criminais Federais (APCF) realizou, em sua sede em Brasília, uma mesa redonda com lideranças da perícia criminal brasileira que participam da programação do iLab Segurança 2026, conferência que reúne autoridades, gestores e especialistas da segurança pública na capital federal.

O encontro promoveu um espaço de diálogo sobre a modernização da Polícia Científica, o fortalecimento da produção de prova técnica e a integração entre os diversos órgãos responsáveis pela investigação criminal no país.

Participaram do debate o presidente da APCF, Marcos Camargo, o diretor-geral da Polícia Científica do Paraná, Ciro Pimenta, o presidente da Associação Brasileira de Criminalística (ABC), Marcos Secco, e Curt Felipe Lowenhaupt, diretor de vendas para a América Latina da Cellebrite. A mediação foi conduzida por Ladislau Brito, perito criminal do Amazonas.

O presidente da APCF, Marcos Camargo, agradeceu a presença dos participantes e destacou a importância do encontro entre profissionais da perícia. “Para nós é uma grande alegria receber colegas de diferentes instituições aqui na APCF, especialmente em uma semana tão intensa de atividades. Esses momentos de troca são muito importantes para fortalecer o diálogo e a cooperação entre as áreas da perícia no país”, afirmou.

O encontro aproveitou a presença em Brasília de gestores das Polícias Científicas brasileiras e de equipes técnicas responsáveis por aquisições e gestão de recursos destinados à atividade pericial. A proposta foi promover um espaço de diálogo para identificar pontos de convergência e ampliar a cooperação entre instituições na modernização da perícia no país.

Além de representantes das polícias científicas estaduais e da Polícia Federal, participam desse debate entidades e órgãos ligados à área, como a APCF, a Associação Brasileira de Criminalística (ABC), o Conselho Nacional de Dirigentes de Polícia Científica e a Secretaria Nacional de Segurança Pública (SENASP), responsável pela gestão do Fundo Nacional de Segurança Pública, principal fonte de recursos para investimentos e aquisições no setor.

APCF firma parceria com a MAG Seguros para oferta de soluções de proteção financeira aos associados

0

A Associação Nacional dos Peritos Criminais Federais (APCF) firmou parceria com a MAG Seguros, seguradora especializada em vida e previdência com 190 anos de atuação no mercado brasileiro.

O convênio amplia o portfólio de benefícios da entidade e passa a oferecer aos associados soluções completas de proteção financeira, segurança patrimonial e cobertura para eventos imprevistos, com foco na realidade do servidor público federal e de suas famílias.

Principais soluções disponíveis

Proteção à Vida e Invalidez

  • Cobertura para morte (qualquer causa), com indenização isenta de Imposto de Renda.

  • Indenização em caso de invalidez permanente por acidente ou doença, incluindo Invalidez Funcional Permanente Total por Doença (IFPD), voltada a quadros clínicos que comprometam a autonomia.

Linha INVIDA – Proteção para Doenças Graves

Coberturas com pagamento do capital no momento do diagnóstico, permitindo ao associado custear tratamento ou preservar sua estabilidade financeira.

  • DG Essencial (câncer em diferentes estágios)

  • DG Plus (27 diagnósticos, incluindo AVC e infarto, com pagamento antecipado em casos iniciais)

  • DG Multi (43 diagnósticos, divididos em módulos independentes)

  • DG Vital (cânceres mais incidentes com inclusão de check-ups preventivos)

Proteção Hospitalar e Cirúrgica

  • Indenização para mais de 1.200 procedimentos cirúrgicos.

  • Diária de Internação Hospitalar (quarto e UTI) para compensar impactos financeiros durante o período de recuperação.

Assistência Funeral

  • Modalidades Individual e Familiar, com possibilidade de extensão a pais e sogros.

Serviços de Assistência

  • Proteção Pet

  • Assistência Residencial Premium

  • Assistência Auto Premium

Vantagens para o associado APCF

✔ Soluções personalizadas para servidor público
✔ Foco em proteção em vida
✔ Flexibilidade de módulos e assistências
✔ Seguradora sólida e reconhecida no mercado

Como acessar o benefício

Os associados interessados em conhecer as coberturas, realizar simulações ou contratar os produtos podem entrar em contato diretamente com os consultores responsáveis pela parceria:

LAÍS DE AQUINO ARAÚJO
📞 (61) 98577-0177
✉️ [email protected]

PAULO HENRIQUE BEZERRA CASTRO
📞 (61) 99289-2270
✉️ [email protected]

VITOR PEREIRA COSTA
📞 (61) 99113-7241
✉️ [email protected]

Ao entrar em contato, informe que é associado(a) da APCF para receber atendimento vinculado à parceria.

A contratação dos produtos está sujeita à análise de perfil, condições da seguradora e regras contratuais específicas.

“Investir em segurança é retorno para o Estado”, afirma Marcos Camargo em artigo no Correio Braziliense

0

O presidente da Associação Nacional dos Peritos Criminais Federais (APCF), Marcos Camargo, publicou nesta quinta-feira (26/2) artigo no jornal Correio Braziliense em que defende que o investimento estruturado na segurança pública deve ser compreendido como retorno institucional e econômico para o Estado.

No texto, Camargo analisa a modernização das organizações criminosas e sustenta que o enfrentamento ao crime organizado exige previsibilidade orçamentária, tecnologia, integração institucional e produção de prova científica qualificada. Ele argumenta que, embora o Brasil tenha acumulado resultados relevantes na recuperação de ativos e descapitalização de redes criminosas, é necessário garantir fonte permanente de recursos às polícias da União.

Como proposta, o presidente da APCF defende a criação do Fundo Nacional de Combate ao Crime Organizado (FUNCOC), com reinvestimento dos valores confiscados em modernização tecnológica, capacitação e fortalecimento estrutural das instituições. Segundo ele, a medida permitiria transformar resultados operacionais em aprimoramento permanente da segurança pública.

Leia o artigo completo no Correio Braziliense.

Mobilização nacional reforça defesa do FUNCOC e reúne servidores da Polícia Federal

0

A mobilização nacional realizada na terça-feira (24) reuniu servidores da Polícia Federal em defesa da criação do Fundo Nacional de Combate ao Crime Organizado (FUNCOC). A Associação Nacional dos Peritos Criminais Federais (APCF) autorizou suas diretorias regionais a aderirem às manifestações e reafirma seu apoio institucional à proposta.

Os atos ocorreram em diferentes unidades da Federação e tiveram como pauta central a necessidade de envio, ao Congresso Nacional, do projeto de lei que institui o fundo, considerado medida estruturante para o fortalecimento da segurança pública federal.

O FUNCOC foi apresentado pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública como instrumento destinado a assegurar fonte permanente de financiamento às ações de enfrentamento ao crime organizado. A proposta se baseia no princípio de que recursos apreendidos e confiscados de organizações criminosas sejam reinvestidos no próprio combate à criminalidade, transformando resultados operacionais em fortalecimento estrutural contínuo do Estado.

Em nota pública conjunta, divulgada no último dia 10 de fevereiro, a APCF defendeu a criação do fundo como medida estratégica para ampliar a capacidade operacional das polícias da União, modernizar estruturas e garantir maior previsibilidade financeira às instituições.

O presidente da APCF, Marcos Camargo, avalia que o modelo proposto representa um avanço relevante. “Ao utilizar os recursos confiscados do crime organizado para investimento nas polícias da União, o fundo cria um ciclo contínuo de fortalecimento da segurança pública, garantindo maior previsibilidade financeira e melhores condições estruturais para investigação, produção de prova técnica e enfrentamento qualificado às organizações criminosas”, afirma.

Além do apoio às mobilizações da última terça-feira, a Associação mantém agenda ativa de articulação junto ao Poder Executivo e ao Poder Legislativo para contribuir com o aperfeiçoamento da proposta e viabilizar seu encaminhamento ao Congresso Nacional.

APCF e Human Rights Watch debatem financiamento da segurança pública e fortalecimento institucional da perícia criminal federal

0

O presidente da Associação Nacional dos Peritos Criminais Federais, Marcos Camargo, recebeu nesta terça-feira (24), em Brasília, o diretor da Human Rights Watch no Brasil, César Muñoz Acebes, para uma reunião institucional voltada ao debate sobre financiamento da segurança pública, cadeia de custódia e garantias técnico-científicas na produção da prova pericial.

Para Marcos Camargo, o encontro permitiu apresentar as principais pautas estruturantes defendidas pela Associação. “O fortalecimento da perícia criminal federal passa pela consolidação da autonomia técnico-científica e funcional prevista em lei e por fontes estáveis de financiamento que assegurem previsibilidade e continuidade às atividades de investigação”, afirmou.

Entre os temas centrais esteve a proposta de criação do Fundo de Combate às Organizações Criminosas (FUNCOC), iniciativa que prevê a destinação de recursos provenientes da apreensão e da alienação de bens vinculados ao crime organizado para o financiamento permanente das atividades de investigação. Durante a reunião, foram discutidas a origem desses recursos, sua destinação atual — que não possui vinculação fixa — e o potencial do fundo para conferir maior estabilidade orçamentária à Polícia Federal e às políticas de segurança pública da União.

O diretor da Human Rights Watch demonstrou interesse nos mecanismos de governança e controle relacionados ao uso desses recursos, bem como na compatibilização do modelo com princípios de transparência e eficiência na administração pública.

A reunião também abordou a proposta de reestruturação constitucional da segurança pública e os debates sobre o aperfeiçoamento institucional da atividade pericial. Foram discutidos aspectos da cadeia de custódia da prova, incorporada ao Código de Processo Penal pela Lei nº 13.964/2019, além das discussões em curso no âmbito do Conselho Nacional de Justiça para consolidação de diretrizes nacionais sobre o cumprimento desses procedimentos.

Camargo destacou as contribuições técnicas da perícia criminal federal aos debates conduzidos no CNJ e ressaltou a importância de normativas claras para assegurar a integridade da prova e a segurança jurídica do processo penal.

Outro ponto tratado foi a possibilidade de fortalecimento da ciência forense no âmbito do Poder Executivo, com a criação de uma estrutura nacional voltada à padronização metodológica, à capacitação continuada e à ampliação da cooperação internacional.

Ao final do encontro, César Muñoz reiterou a disposição da Human Rights Watch em manter diálogo permanente com a APCF sobre temas relacionados à produção da prova, garantias processuais e aprimoramento institucional.

A reunião integra a agenda institucional da APCF de diálogo com organizações nacionais e internacionais, com foco no aprimoramento técnico, científico e estrutural da perícia criminal federal e no fortalecimento da segurança pública brasileira.

Nota Pública Conjunta – Criação de fundo único de combate às Organizações Criminosas

0

As entidades representativas das carreiras policiais da União reuniram-se nesta terça-feira (10/02) para debater a importância da criação do Fundo de Combate às Organizações Criminosas (FUNCOC), iniciativa considerada estratégica para o fortalecimento da segurança pública federal e para o enfrentamento qualificado do crime organizado no país.

O entendimento dos representantes dos servidores policiais da Polícia Federal (PF), da Polícia Rodoviária Federal (PRF) e da Polícia Penal Federal (PPF) é de que a implementação deste fundo representa um instrumento essencial para ampliar a capacidade operacional das polícias da União, fortalecer suas estruturas institucionais e potencializar as ações de investigação, repressão e desarticulação das organizações criminosas.

A proposta apresentada pelo Ministério da Justiça contempla a possibilidade de destinação de recursos para investimentos institucionais e aquisição de equipamentos, assegurando maior eficiência, integração e modernização das forças policiais federais. Contudo, o projeto ainda não foi enviado ao Parlamento para tramitação.

As entidades reafirmam seu compromisso com o diálogo institucional, com a construção de soluções equilibradas e com a defesa de políticas públicas que garantam melhores condições de trabalho aos profissionais da segurança pública, refletindo diretamente na proteção da sociedade brasileira.

Por fim, as entidades signatárias permanecerão atuando de forma conjunta e permanente para a implementação do Fundo de Combate às Organizações Criminosas, com o intuito de fortalecer as polícias da União e contribuir efetivamente para o enfrentamento ao crime organizado em todo o território nacional.

Associação Nacional dos Peritos Criminais Federais
Associação Nacional dos Delegados de Polícia Federal
Federação Nacional dos Policiais Penais Federais
Federação Nacional dos Policiais Federais
Federação Nacional dos Delegados de Policia Federal
Federação Nacional dos Policiais Rodoviários Federais

No Senado, APCF discute aprimoramento da tipificação de maus-tratos contra animais

0

O secretário-geral da Associação Nacional dos Peritos Criminais Federais (APCF), perito criminal federal Rafael de Liz, reuniu-se na quinta-feira (5/2) com a senadora Eliziane Gama (PSD-MA), no Senado Federal, para tratar do apoio parlamentar a uma emenda ao Projeto de Lei nº 519/2021, voltada a aprimorar a tipificação de maus-tratos contra animais na Lei de Crimes Ambientais (Lei nº 9.605/1998).

A agenda contou também com a participação do perito criminal federal Sérvio Reis, presidente da Associação Brasileira dos Peritos Criminais Médicos-Veterinários (APCVet) e associado da APCF. A proposta defendida busca conferir maior proporcionalidade às penas, diferenciando condutas que vão desde negligência e imprudência até situações de violência deliberada, crueldade extrema e morte de animais, além de reforçar a necessidade de exames periciais para a adequada caracterização dos crimes e a produção de prova científica qualificada.

Para o secretário-geral da APCF, a reunião consolidou um alinhamento em torno do mérito da iniciativa e dos próximos encaminhamentos. “A agenda foi extremamente positiva. A senadora manifestou concordância com o mérito da proposta e se comprometeu a apoiar a emenda”, afirmou Rafael de Liz.

Durante a conversa, também foram discutidos encaminhamentos relacionados à tramitação do PL nº 519/2021 na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ). No encontro, foi tratada a possibilidade de a senadora dialogar com o presidente do colegiado, senador Otto Alencar (PSD-BA), para viabilizar a relatoria da matéria por Eliziane Gama, que é entusiasta do tema.

A senadora ainda sugeriu a possibilidade de apresentação de um novo projeto de lei específico, com o objetivo de aprofundar e fortalecer o tratamento legislativo relacionado a maus-tratos contra animais.

Perito criminal federal Wladimir Leite conquista 1º lugar em final mundial de programação da TopCoder

0

O perito criminal federal Wladimir Luiz Caldas Leite, associado da APCF, ficou em 1º lugar na final mundial do TopCoder Marathon Match de 2025, uma das competições mais tradicionais da programação competitiva na modalidade de otimização. A conquista foi definida após 24 horas ininterruptas de disputa e uma bateria final de 5.000 testes, que consolidou a classificação definitiva.

A vitória coroa uma trajetória longa e consistente do perito criminal federal na competição, marcada por participações sucessivas em finais mundiais e pela evolução contínua das estratégias desenvolvidas ao longo dos anos. “Vencer o torneio desta vez foi uma satisfação pessoal enorme e o reconhecimento de muitos anos de dedicação e persistência”, celebrou Wladimir Luiz Caldas Leite.

blank
O Perito Criminal Federal Wladimir Luiz Caldas Leite

Otimização e estratégia

Organizada desde 2007 pela plataforma Topcoder, a Marathon Match se diferencia de provas em que a resposta é simplesmente “certa” ou “errada”. Na maratona, o objetivo é otimizar uma solução para um problema que não possui uma resposta perfeita conhecida — vence quem desenvolve o programa mais eficiente dentro do tempo e das regras estabelecidas.

Na prática, esse tipo de desafio se aproxima de situações reais enfrentadas no desenvolvimento de sistemas complexos. Um exemplo é o de softwares que controlam elevadores: com base em horários, histórico de uso e chamadas dos usuários, o programa precisa decidir como movimentar cada cabine para reduzir o tempo de espera e o gasto de energia. Não existe uma única solução correta, mas estratégias significativamente mais eficientes que outras.

A edição de 2025 e o desafio final

A edição de 2025 contou com seis etapas classificatórias online ao longo do ano, cada uma com uma semana de duração. Ao final desse ciclo, os 12 competidores com melhor pontuação acumulada garantiram vaga na grande final, realizada em novembro. Tradicionalmente presenciais nos Estados Unidos, as finais do torneio passaram a ocorrer de forma online a partir de 2020.

A final teve início às 5h de um sábado (horário de Brasília) e durou 24 horas ininterruptas. O desafio proposto foi estruturado como um jogo de tabuleiro, no qual o programa precisava posicionar peças quadradas com números em cada lado. O objetivo era combinar valores iguais em peças adjacentes, cabendo ao algoritmo decidir rapidamente qual peça utilizar, em qual posição colocá-la ou se deveria descartá-la, sempre buscando maximizar a pontuação final.

Trajetória e resultado histórico

Esta foi a 14ª participação de Wladimir em uma final mundial da TopCoder. Ao término das 24 horas de competição, ele ocupava o 2º lugar no ranking provisório, baseado em uma amostra inicial de 100 partidas simuladas. Na etapa seguinte, os programas finalistas foram submetidos a uma bateria rigorosa de 5.000 testes inéditos, responsável por definir o resultado final.

Na classificação definitiva, Wladimir superou o então líder por uma margem pequena, assegurando o 1º lugar. Até então, sua melhor colocação havia sido o 3º lugar, alcançado em cinco edições anteriores, o que reforça o caráter cumulativo, estratégico e altamente técnico da modalidade.

A conquista projeta, em cenário internacional, a excelência técnica da perícia criminal federal brasileira e evidencia a aplicação do raciocínio científico, da programação avançada e da capacidade analítica da carreira na solução de problemas complexos.

Nota Pública – Autonomia da perícia criminal, segurança pública e direitos humanos

0

A Associação Nacional dos Peritos Criminais Federais (APCF) toma conhecimento do recente relatório da Human Rights Watch (HRW) sobre a situação da segurança pública no Brasil, que aponta a independência da perícia criminal como uma medida essencial para enfrentar a violência institucional, fortalecer a responsabilização estatal e proteger direitos fundamentais.

O destaque dado à autonomia funcional da perícia criminal por uma organização internacional de reconhecida credibilidade reforça uma constatação amplamente compartilhada no campo técnico-científico: não há política de segurança pública eficaz, nem sistema de justiça legítimo, sem produção de prova técnica independente, imparcial e cientificamente confiável.

A perícia criminal exerce papel central na elucidação de fatos, especialmente em contextos sensíveis, como mortes decorrentes de intervenção policial, graves violações de direitos humanos e crimes complexos. Quando a atividade pericial carece de autonomia institucional, há riscos concretos de comprometimento da imparcialidade, de perda de credibilidade da prova e de enfraquecimento dos mecanismos de controle democrático da força estatal.

A autonomia da perícia criminal contribui diretamente para cinco desafios centrais da segurança pública brasileira:

  • Qualificação das investigações criminais, ao permitir que a produção técnico-científica oriente a investigação desde suas fases iniciais, com base em evidências, métodos verificáveis e critérios científicos;
  • Fortalecimento da transparência no uso da força estatal, assegurando apurações independentes, especialmente em casos que envolvem a atuação de agentes públicos;
  • Proteção dos direitos humanos, ao reduzir espaços de arbitrariedade e assegurar que decisões institucionais e judiciais sejam apoiadas em provas técnicas isentas;
  • Subsídio à atividade de inteligência policial, por meio da sistematização de informações técnicas, padrões criminais, análises periciais e correlações empíricas que contribuem para a prevenção, a repressão qualificada e o enfrentamento de organizações criminosas;
  • Formulação de políticas públicas baseadas em evidências, uma vez que a vocação técnico-científica da perícia criminal permite a produção, o tratamento e a análise qualificada de dados empíricos relevantes sobre violência, criminalidade e dinâmicas sociais, oferecendo subsídios consistentes para políticas públicas orientadas por evidências.

A APCF ressalta que a defesa da autonomia funcional da perícia criminal reflete uma exigência estrutural para o funcionamento equilibrado do sistema de justiça, para a credibilidade das instituições públicas e para a consolidação do Estado de Direito.

Nesse sentido, entende que o reconhecimento da atuação independente da perícia criminal, como destacado no relatório da HRW, deve ser incorporado de forma objetiva às políticas públicas de segurança, como instrumento de qualificação das investigações, de fortalecimento da confiança social nas instituições e de promoção efetiva dos direitos humanos no Brasil.

Send this to a friend