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APCF prestigia solenidade em homenagem ao Dia do Policial Federal

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A Associação Nacional dos Peritos Criminais Federais (APCF) esteve presente nesta segunda-feira (17/11), na sede da Polícia Federal em Brasília, na solenidade em homenagem ao Dia do Policial Federal, celebrado no domingo (16/11).

O presidente da APCF, Marcos Camargo, participou da cerimônia, que reuniu autoridades como o ministro da Justiça e Segurança Pública, Ricardo Lewandowski, o secretário-executivo do MJSP, Manoel Carlos de Almeida Neto, o diretor-geral da PF, Andrei Rodrigues, o diretor-executivo da PF, William Murad, e a corregedora-geral, Helena de Rezende.

A APCF parabeniza todos os policiais federais pela data comemorativa e reforça o compromisso institucional com o fortalecimento da segurança pública e da perícia oficial.

“Quero deixar meus parabéns a toda a categoria dos policiais federais, que, junto aos demais servidores e colaboradores, constroem diariamente uma instituição forte, autônoma e comprometida com o combate ao crime e com a construção de uma sociedade mais justa e segura”, declarou Camargo.

Governo reajusta auxílio-alimentação para servidores federais

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O valor do auxílio-alimentação dos servidores públicos federais será reajustado para R$1.175 a partir de 1º de dezembro. A decisão foi oficializada em 6 de novembro por meio da Portaria nº 9.888 do Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI), publicada no Diário Oficial da União.

O reajuste no auxílio contou a atuação das entidades de classe de carreiras federais, incluindo a Associação Nacional dos Peritos Criminais Federais (APCF). O novo valor não atende a uma demanda histórica de equiparação com o pago a outros poderes da União, mas sintoniza-se com o pleito por reajuste compatível com a inflação acumulada.

O auxílio é pago mensalmente a servidores da administração pública federal direta, autárquica e fundacional de todo o país.

Inauguração da Galeria de Chefes da Criminalística celebra trajetória e memória da perícia federal na Paraíba

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O Setor Técnico-Científico da Superintendência Regional da Polícia Federal na Paraíba (Setec-PB) inaugurou, nesta quarta-feira (12/11), a Galeria de Chefes da Criminalística, em uma cerimônia marcada pela emoção, pelo reencontro e pela valorização da história da perícia criminal federal.

A iniciativa presta homenagem aos profissionais que, ao longo dos anos, estiveram à frente da chefia da unidade de Criminalística e contribuíram para o fortalecimento da ciência forense e para o aprimoramento técnico da Polícia Federal no estado.

Participaram do evento o presidente da Associação Nacional dos Peritos Criminais Federais (APCF), Marcos Camargo, ex-chefes do Setec-PB, o superintendente da Polícia Federal na Paraíba, Carlos Henrique Oliveira de Sousa, e peritos criminais federais em atividade. Para Camargo, o momento simboliza o reconhecimento a todos e todas que ajudaram a construir a trajetória da perícia na Paraíba.

“É um momento muito importante para a criminalística, de reconhecimento e valorização da carreira, do setor e daqueles que fizeram parte dessa história. Essa galeria inspira os que virão e reconhece o trabalho dos que estiveram aqui antes”, destacou o presidente da APCF.

Durante a solenidade, os ex-chefes do Setec-PB Maria Irene de Souza Cardoso Lima, José Alysson Dehon Moraes Medeiros, Gustavo Pinto Vilar e Francisco dos Santos Lopes expressaram gratidão e emoção pela homenagem.

“Nós somos o alicerce sobre o qual essa nova geração construiu uma bela edificação”, declarou Maria Irene. “É uma honra participar desse momento, que valoriza nossa história e as contribuições de cada colega”, completou Alysson Medeiros.

Já Gustavo Vilar ressaltou a importância de manter viva a memória da categoria. “As imagens desses chefes funcionam como uma caixa de ressonância da nossa luta cotidiana pelo reconhecimento da perícia e de sua atividade precípua”, disse.

Para Francisco Lopes, a homenagem marca uma passagem rara na vida profissional. “É uma função árdua e que exige muito. Agradeço profundamente essa lembrança e desejo sorte e dedicação aos colegas que seguirão nessa missão”, incentivou.

O perito criminal federal Cezar Silvino Gomes, atual chefe do Setec-PB, destacou que cada fotografia da galeria representa uma parte da história da perícia no estado. “Cada foto ilustra um perito que deixou um pouco de sua história e ajudou a construir a base sólida sobre a qual hoje se ergue o setor técnico-científico da Paraíba”, comentou.

Chefes da Criminalística da SR/PF/PB

Arnulfo José Barbosa Lins e Silva – 25/01/1979 a 12/09/1991
Hamilton Henrique Cavalcanti de Lima – 27/01/1992 a 28/08/2003
Maria Irene de Souza Cardoso Lima – 03/10/2003 a 10/07/2007
Antônio Vieira de Oliveira – 26/11/2007 a 10/10/2011
Maria Martha Coelho Vieira de Melo – 11/10/2011 a 26/03/2014
Francisco dos Santos Lopes – 01/04/2014 a 16/03/2016
José Arthur de Vasconcelos Neto – 24/03/2016 a 20/08/2020
José Alysson Dehon Moraes Medeiros – 21/08/2020 a 08/02/2023
Gustavo Pinto Vilar – 09/02/2023 a 08/10/2025

Peritos criminais federais participam de evento internacional sobre novas substâncias psicoativas

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O Instituto Nacional de Criminalística (INC) da Polícia Federal sediou, entre os dias 3 e 7 de novembro, o Curso Regional sobre Novas Substâncias Psicoativas (NSP), iniciativa promovida pela Diretoria Técnico-Científica (DITEC/PF) com apoio do Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime (UNODC), por meio do Projeto SynthCoop. A capacitação integra as ações do Programa Nacional de Integração de Dados Periciais sobre Drogas (PNIDD), desenvolvido pela Secretaria Nacional de Políticas sobre Drogas e Gestão de Ativos (SENAD), do Ministério da Justiça e Segurança Pública, em parceria com a Polícia Federal.

O curso reuniu especialistas em química forense do Brasil, Argentina, Chile, Paraguai e Uruguai, com o objetivo de fortalecer a capacidade técnica de identificação, análise e resposta institucional às NSP — substâncias sintéticas emergentes que representam um dos principais desafios da atual política antidrogas.

A perita criminal federal e suplente de secretária-geral da APCF, Mônica Paulo, também professora do curso, destacou a importância da cooperação entre os países. “É interessante essa integração porque podemos compartilhar experiências, verificar se a realidade deles é parecida e também estabelecer uma rede de informações entre peritos criminais desses países”, avalia.

Durante a semana, os participantes desenvolveram atividades práticas de identificação e classificação de substâncias, amostragem, exames preliminares e uso de metodologias analíticas empregadas por laboratórios forenses brasileiros e estrangeiros.

Em continuação ao curso, entre os dias 10 e 12 de novembro ocorrerá um evento que discutirá a temática das NSP na região. Haverá reuniões com enfoque em Sistemas de Alerta Rápido, incluindo painéis temáticos e workshops, acompanhamento de tendências regionais e cooperação técnica entre países do Cone Sul.

O coordenador do Projeto SynthCoop do UNODC no Brasil, Gabriel Andreuccetti, ressaltou que a integração regional tem papel decisivo para o enfrentamento às drogas sintéticas. “Essa parceria é essencial para integrar os sistemas de alerta rápido já existentes na região com o que acontece no Brasil. A Polícia Federal tem um know-how enorme nessa área, e essas capacitações só vêm a agregar ao que ocorre na realidade de outros países”, destacou.

Segundo ele, a cooperação fortalece a resposta científica e institucional dos países envolvidos. “De acordo com o sistema de alerta rápido global do UNODC, no ano passado foram quase 700 novas substâncias identificadas — um recorde histórico. O trabalho conjunto busca proteger a sociedade brasileira e sul-americana desses riscos”, acrescentou.

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Instrutora da capacitação, a perita criminal federal Luiza Nicolau Brandão Caldas ressaltou que o curso foi planejado para unir prática laboratorial e troca de conhecimento. “Falamos sobre exames preliminares, amostragem, preparo da amostra e tipos de análise que podem ser utilizados. Depois, no laboratório, os participantes aplicam o que aprenderam, discutem desafios e trocam soluções. É um curso que a gente dá com muito amor”, contou.

Da Argentina, Julieta Cabrera, chefe do Laboratório de Narcotráfico do Ministério Público Fiscal de Córdoba, destacou o caráter colaborativo da experiência. “Os professores são excelentes e transmitem seus conhecimentos de forma espetacular. Este espaço, por ser mais personalizado, estimula a troca de experiências e a criação de vínculos para que possamos manter essa rede de trabalho no futuro”, afirmou.

O perito criminal Ulisses Vargas Pereira, do Instituto-Geral de Perícias do Rio Grande do Sul, também enfatizou o aprendizado coletivo. “Tem sido muito proveitoso. Espero levar essa experiência para difundir o conhecimento no nosso estado e aprimorar cada vez mais a identificação de novas substâncias psicoativas”, disse.

Desde 2020, mais de 800 novas substâncias psicoativas foram identificadas no Brasil, de acordo com dados da Polícia Federal. O avanço desses compostos evidencia a importância de iniciativas voltadas à atualização e integração dos laboratórios forenses. O Projeto SynthCoop, conduzido pelo UNODC em cooperação com a Polícia Federal e com apoio do INL, tem promovido o fortalecimento técnico e científico das perícias da região, consolidando redes de troca de informações e de capacitação conjunta.

Diretoria da APCF recebe parlamentares da Comissão Especial da PEC da Segurança Pública

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A diretoria da Associação Nacional dos Peritos Criminais Federais (APCF) recebeu, nesta terça-feira (4/11), em sua sede em Brasília, os deputados federais Aluísio Mendes e Vinicius Rapozo de Carvalho para debater a PEC 18/2025, conhecida como PEC da Segurança Pública, que propõe uma reformulação do sistema nacional de segurança e redefine competências entre os entes federativos.

O encontro, que discutiu os principais pontos da proposta em tramitação na Câmara dos Deputados, contou também com a presença do presidente da Associação Brasileira de Criminalística (ABC), Marco Secco, e de integrantes da Diretoria Executiva da APCF, entre eles o vice-presidente Luiz Spricigo Junior, o secretário-geral Rafael de Liz, o diretor de Assuntos Parlamentares Francisco Helmer, e o presidente da APCF, Marcos Camargo.

O deputado Aluísio Mendes, presidente da comissão especial que analisa a proposta na Câmara, e o deputado Vinicius Carvalho, autor da Emenda nº 5 — que propõe a inclusão da Polícia Científica no artigo 144 da Constituição Federal —, trataram com os representantes das entidades sobre os avanços e as perspectivas de tramitação da PEC.

Durante a reunião, o presidente da APCF, Marcos Camargo, ressaltou o empenho da entidade em acompanhar o debate legislativo e defender o reconhecimento do papel técnico-científico da perícia criminal federal. “Seguimos atuando para que a perícia criminal seja valorizada e devidamente contemplada no texto da PEC e nas futuras políticas de segurança pública do país”, afirmou.

Senadora Leila Barros visita a sede da APCF e reforça apoio à valorização da perícia criminal federal

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A senadora Leila Barros (PDT-DF) visitou, nesta terça-feira (4) a sede da Associação Nacional dos Peritos Criminais Federais (APCF), em Brasília, para tratar de pautas de interesse da categoria e conhecer mais de perto o trabalho desenvolvido pela entidade em defesa da perícia criminal federal.

Durante o encontro, a parlamentar destacou a relevância da atividade pericial para o fortalecimento da justiça e da segurança pública no país, reconhecendo o papel técnico e independente dos peritos criminais federais.

A senadora foi recebida presidente da APCF, Marcos Camargo, pelo vice-presidente, Luiz Spricigo Junior, e pelo diretor de Assuntos Parlamentares, Francisco Helmer. O diálogo abordou temas institucionais e legislativos voltados à valorização e ao aprimoramento das condições de trabalho dos peritos criminais federais.

Viva Rio apoia constitucionalização da Polícia Científica e envia ofícios ao MJ e ao relator da PEC da Segurança

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O movimento Viva Rio formalizou apoio à inclusão da Polícia Científica na Constituição Federal, no âmbito da discussão da PEC 18/2025. A entidade enviou dois ofícios, um ao ministro da Justiça, Ricardo Lewandowski, e outro ao relator da proposta na Câmara, deputado Mendonça Filho, destacando a importância da perícia oficial no sistema de segurança pública.

Nos documentos, o Viva Rio ressalta que a constitucionalização das Polícias Científicas fortalece a modernização da segurança pública e reconhece o papel técnico-científico das perícias criminais.

“O tema da segurança pública, origem de nossa existência, permeia nossas ações diárias num desejo constante de construção da Paz”, afirma o texto. A organização atua em comunidades vulneráveis no Brasil e no exterior, com cerca de 14.500 colaboradores e atendendo mais de 6 milhões de pessoas por ano.

Ao defender a constitucionalização da Polícia Científica, o ofício ressalta que a medida “cumpre um conjunto de funções essenciais reconhecida em diversas recomendações e decisões judiciais, em especial o Plano Nacional de Direitos Humanos 3”.

O documento ainda solicita ao relator o apoio à emenda apresentada pelo deputado federal Vinícius Carvalho à PEC da Segurança Pública, com o objetivo de fortalecer o texto original encaminhado pelo Ministério da Justiça e garantir maior efetividade à proposta.

Em artigo publicado no Estadão, Marcos Camargo defende ciência e integração contra a escalada da violência no Rio

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O Blog do Fausto Macedo, do Estadão, publicou na quinta-feira (30/10) um artigo do presidente da Associação Nacional dos Peritos Criminais Federais (APCF), Marcos Camargo, que analisa a escalada de violência nas operações policiais no Rio de Janeiro.

No texto, intitulado “A aritmética da morte é inimiga da segurança”, Camargo critica a lógica de guerra adotada nas ações de enfrentamento às facções e afirma que a letalidade não pode ser considerada um indicador de eficiência. Para ele, “letalidade é sintoma de fracasso e a certeza de novas tragédias”.

O presidente da APCF defende que o combate ao crime organizado deve ser pautado pela inteligência e a integração entre forças, inclusive com a participação efetiva das polícias científicas. Segundo ele, no âmbito da segurança pública, somente com o uso de ferramentas tecnológicas, como exames de DNA, balística e rastreabilidade de armas e drogas, será possível aumentar a resolução de crimes e substituir a retórica bélica por resultados mensuráveis e políticas públicas baseadas em evidências.

Camargo também destaca a importância da PEC 18/2025 (PEC da Segurança Pública) e da emenda que propõe a inclusão das polícias científicas na Constituição Federal, reconhecendo-a como órgão de segurança pública e possibilitando a participação efetiva nas politicas públicas da área, fundamental para o fortalecimento da Justiça e a maior eficiência das investigações criminais.

Leia o artigo completo no Blog do Fausto Macedo.

Diretor da APCF participa de congresso internacional de antropologia forense na Argentina

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O Diretor de Assuntos Parlamentares da Associação Nacional dos Peritos Criminais Federais (APCF), Francisco Helmer, participou na última semana do XX Congresso da Associação Latino-Americana de Antropologia Forense (ALAF), realizado em Buenos Aires (Argentina).

O encontro reuniu especialistas e instituições da América Latina para discutir avanços científicos e desafios nas ciências forenses, com foco em temas como identificação humana, bioética, arqueologia forense e novas tecnologias aplicadas às investigações.

“A representação em eventos internacionais é uma importante maneira de promover o intercâmbio de conhecimentos e experiências nas ciências forenses, além de consolidar o papel da perícia criminal federal brasileira a nível global e estreitar laços que permitam a cooperação em casos internacionais”, destacou o diretor Francisco Helmer.

Com o tema “Fortalecimento das Ciências Forenses desde a América Latina: novos retos e paradigmas em antropologia forense”, a programação contou com conferências, simpósios e oficinas técnicas, incluindo o Simposio sobre Antropología Forense al Interior del Sistema Judicial y Medicolegal, que abordou a integração entre a perícia e os sistemas de Justiça.

O diretor também agradeceu à ALAF e à sua presidente, Ivana Wolff, pela oportunidade de participação, e ao Comitê Internacional da Cruz Vermelha (CICV) pelo apoio institucional.

“Esperamos que a parceria entre peritos do Brasil e da América Latina continue e que juntos possamos trabalhar pelo desenvolvimento das ciências forenses”, comentou Helmer.

O congresso foi realizado entre os dias 20 e 24 de outubro, no Polo Científico-Tecnológico do CONICET, reunindo representantes de países como Colômbia, Chile, Guatemala, Panamá, Argentina, México e Cuba.

Presidente da APCF defende integração e uso da ciência nas políticas de segurança pública em entrevista ao Correio Braziliense

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Em entrevista publicada nesta quinta-feira (20/10) pelo Correio Braziliense, o presidente da Associação Nacional dos Peritos Criminais Federais (APCF), Marcos Camargo, afirmou que o enfrentamento à criminalidade no Rio de Janeiro e em outras regiões do país deve ir além da lógica de confronto armado. Segundo ele, com inteligência, integração entre forcas policiais, eliminação da infiltração de facções no poder público e o fortalecimento das polícias científicas, será possível reduzir o poder das facções e promover um modelo de segurança pública mais eficiente e humano.

Camargo destacou que a perícia é fundamental para esclarecer as circunstâncias das mortes, rastrear a origem de armas, identificar padrões de produção de drogas e quantificar o impacto das apreensões. “Somente com a ciência e com a união das forças em torno de dados confiáveis será possível entender a magnitude do crime e medir resultados reais”, afirmou.

Ao analisar a recente operação no Rio de Janeiro, a mais letal da história do estado, com 121 mortes confirmadas, o presidente da APCF criticou o modelo de “guerra” adotado nas ações de segurança pública. Para ele, o caminho está na integração entre forças policiais, políticas de prevenção e valorização das instituições técnico-científicas.

O presidente da entidade reforçou que a constitucionalização da Polícia Científica, atualmente em debate no Congresso Nacional por meio da PEC 18/2025, representa um passo decisivo para modernizar o sistema de segurança pública e consolidar a ciência como base das decisões e investigações criminais.

Leia a entrevista completa no Correio Braziliense

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