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Presidente e diretor da APCF se reúnem com ministro Rogério Schietti

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O presidente da Associação Nacional dos Peritos Criminais Federais (APCF), Marcos Camargo, e o diretor de Assuntos Jurídicos Adjunto, Cláudio Saad Neto, visitaram nesta segunda-feira (31/3) o ministro Rogério Schietti Machado Cruz, do Superior Tribunal de Justiça (STJ).

Durante o encontro, os representantes da entidade entregaram ao ministro a edição nº 54 da revista Perícia Federal, da APCF. Schietti é um dos entrevistados da edição e, na entrevista, destacou a importância da prova pericial como elemento técnico e científico essencial à busca da verdade nos processos penais, além da necessidade de assegurar a integridade da cadeia de custódia dos vestígios.

Durante a reunião, também foi debatida a preocupação com a fragilização da cadeia de custódia em procedimentos investigativos e o risco que isso representa para a validade das provas e a confiabilidade do sistema de justiça criminal. A APCF reforçou seu posicionamento de que todos os vestígios, inclusive digitais, devem ser submetidos a exames técnicos conduzidos por peritos criminais oficiais.

Leia aqui a última edição completa da revista Perícia Federal.

Diretor Técnico-Científico da PF é condecorado com medalha da França

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O Diretor Técnico-Científico da Polícia Federal, Roberto Reis Monteiro Neto, foi condecorado com a medalha Cavaleiro da Ordem Nacional do Mérito (Chevalier de l’Ordre National du Mérit), uma das mais importantes honrarias concedidas pelo governo francês. A homenagem ocorreu no dia 20 de março, na Embaixada da França, em Brasília.

A medalha foi entregue pelo embaixador da França no Brasil, Emmanuel Lenain, em reconhecimento ao trabalho desenvolvido pelo Diretor Técnico-Científico no fortalecimento da cooperação entre os dois países na área de segurança pública. Lenain destacou a contribuição da Diretoria Técnico-Científica (Ditec) para a parceria entre Brasil e França, especialmente em ações de combate a crimes ambientais e ao garimpo ilegal.

A Ordem Nacional do Mérito é uma das principais condecorações concedidas pelo governo francês a personalidades que se destacam por suas ações em benefício da França ou das relações bilaterais com outros países.

APCF lança edição especial da Revista Coquetel sobre a perícia criminal federal

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A Associação Nacional dos Peritos Criminais Federais (APCF) lançou uma edição especial da tradicional Revista Coquetel, inteiramente dedicada à atuação da perícia criminal federal.

A revista reúne passatempos como caça-palavras, dominox e siga as linhas, todos inspirados no cotidiano dos peritos criminais federais. Além dos desafios, a edição traz curiosidades e informações sobre o papel da ciência e da tecnologia na elucidação de crimes, destacando a importância da perícia para a segurança pública e a justiça. A iniciativa busca valorizar o trabalho técnico e científico da perícia criminal, apresentando de forma acessível os bastidores das investigações e os desafios enfrentados no combate à criminalidade.

APCF apresenta pautas da perícia criminal federal ao deputado Felipe Becari

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A diretoria da Associação Nacional dos Peritos Criminais Federais (APCF) realizou, nesta quarta-feira (26/3), uma visita institucional ao deputado federal Felipe Becari (União Brasil-SP) para tratar de pautas estratégicas da perícia criminal federal.

Participaram da reunião o vice-presidente da entidade, Luiz Spricigo Júnior, o diretor de Assuntos Parlamentares, Francisco Helmer, e o perito criminal federal e associado da APCF Sérgio Túlio Reis, que atua na área de crimes contra animais.

Policial civil de carreira, o deputado tem forte atuação na causa da defesa dos animais, tema que esteve bastante presente no diálogo com a APCF. Durante o encontro, foram discutidos assuntos centrais para o fortalecimento da atividade pericial, como a valorização da ciência no combate ao crime. A APCF colocou-se à disposição do parlamentar para fornecer apoio técnico e informações especializadas sobre a atuação dos peritos criminais federais.

Nova diretoria da APCF toma posse para o biênio 2025–2026 destacando persistência e legado da entidade

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A Diretoria Executiva da Associação Nacional dos Peritos Criminais Federais (APCF) tomou posse na última sexta-feira (21/3), em cerimônia realizada na sede da entidade, em Brasília. O presidente Marcos de Almeida Camargo assumiu o cargo na associação para o biênio 2025-2026.

Em seu discurso, Camargo reforçou o compromisso com um sindicalismo combativo, mas propositivo, e com a defesa da perícia criminal federal como pilar da Justiça e da segurança pública no Brasil. “É com muita honra que assumo meu quarto mandato à frente da APCF, conduzindo uma diretoria executiva de continuidade, mas também de renovação”, afirmou o presidente.

O evento, que também celebrou o aniversário de 36 anos da APCF, contou com as presenças do Diretor-Executivo da Polícia Federal, William Marcel Murrad, do diretor Técnico-Científico da PF, Roberto Monteiro, e do diretor do Instituto Nacional de Criminalística, Carlos Eduardo Palhares.

O presidente destacou que a história da APCF começa antes mesmo da fundação oficial, ainda em 1987, durante a Assembleia Constituinte. Foi nesse contexto que peritos e peritas criminais federais se mobilizaram para garantir voz junto ao Congresso Nacional, dando início à entidade. “Essa história é, e sempre será contada na conversa com os nossos dirigentes históricos, nos livros e nos painéis da APCF”, afirmou.

Marcos Camargo destacou, ainda, os principais desafios para os próximos dois anos, entre eles a regulamentação da Lei nº 12.030/09 no âmbito da Polícia Federal, a criação de novos códigos de vagas para peritos criminais federais — que atualmente contam apenas com reposições — e o fortalecimento das unidades descentralizadas de criminalística. Ele também defendeu o reconhecimento da polícia científica nas propostas de segurança pública e melhores perspectivas de crescimento profissional dentro da Polícia Federal.

“Nossa missão nos próximos 2 anos é manter a APCF forte e atuante, pois não existe carreira sólida sem uma entidade de classe igualmente sólida, capaz de lutar pelos direitos da classe”, afirmou Camargo.

A palavra de ordem para os próximos dois anos, segundo ele, será “persistência”. “Tudo é possível porque a APCF é uma entidade que não desiste e nunca irá desistir da luta”, afirmou.

Ao encerrar o discurso, o presidente recitou o poema “Os que lutam”, de Bertolt Brecht, e fez um chamado à categoria: “Sejamos imprescindíveis”.

Além do presidente, a nova diretoria é composta por: 
  • Luiz Spricigo Junior (vice-presidente);
  • Rafael de Liz (secretário-geral);
  • Mônica Paulo de Souza (suplente de secretária-geral);
  • Willy Hauffe Neto (diretor financeiro);
  • João Carlos Laboissière Ambrósio (suplente de diretor financeiro);
  • Marco Giovanni Clemente Conde (diretor técnico-social);
  • Fábio Augusto da Silva Salvador (diretor técnico-social adjunto);
  • Alexandro Mangueira Lima de Assis (diretor de comunicação social);
  • Mariana Mota Ferraz de Oliveira (diretora de comunicação social adjunta);
  • Erick Simões da Camara e Silva (diretor de assuntos jurídicos);
  • Cláudio Saad Neto (diretor de assuntos jurídicos adjunto);
  • Eurico Monteiro Montenegro (diretor de administração e patrimônio);
  • Euler Nobre Vilar (diretor de administração e patrimônio adjunto);
  • Francisco Helmer Almeida Santos (diretor de assuntos parlamentares);
  • Levi Roberto Costa (diretor de assuntos parlamentares adjunto);
  • Paulo Roberto Fagundes (diretor de aposentados e pensionistas); e
  • Iracema Gonçalves de Alencar (diretora de aposentados e pensionistas adjunta).
A cerimônia contou com a presença das seguintes autoridades:
  • Roberto Monteiro, Diretor-Técnico Científico da Polícia Federal
  • Carlos Eduardo Palhares, Diretor do Instituto Nacional de Criminalística;
  • José Mauro Nunes, representando a Corregedora-Geral da Polícia Federal (COGER/PF);
  • William Marcel Murad, Diretor-Executivo da Polícia Federal;
  • ⁠Henrique Ferreira, Adido de Segurança Adjunto na Embaixada da França no Brasil;
  • Marcos Rogério de Souza, Secretário Especial para Assuntos Jurídicos da Casa Civil da Presidência da República;
  • Leonardo Cardoso de Magalhães, Defensor Público-Geral Federal;
  • Meiga Aurea Mendes Menezes, Presidente da Academia Brasileira de Ciências Forenses;
  • Marcelo Nunes, Presidente da Associação Brasileira de Criminalística (ABC);
  • Dunya Wieczorek Spricigo, Vice-presidente da Associação Brasileira de Criminalística (ABC);
  • Afonso Oliveira de Almeida, Diretor-Geral da Imprensa Nacional;
  • Luciano Soares Leiro, Presidente da Associação Nacional dos Delegados de Polícia Federal (ADPF);
  • José Rodrigues Ferreira, Presidente da Associação dos Servidores da Imprensa Nacional (Asdin);
  • Doralice Boaventura, Vice-Presidente da Associação dos Servidores da Imprensa Nacional (Asdin);
  • Rudinei Marques, Presidente do Fórum Nacional Permanente de Carreiras Típicas do Estado (FONACATE);
  • Floriano Martins de Sá Neto, Diretor de Assuntos Parlamentares do Sindifisco Nacional;
  • Toni Pinto, Diretor do Departamento de Projetos Especiais; e
  • Beatriz Figueiredo, Coordenadora Geral de Modernização Tecnológica do MJSP; e
  • Izalci Lucas, Senador da República.

Veja imagens do evento:

Camargo alerta para erro da PEC da Segurança Pública ao ignorar a ciência no combate ao crime

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O presidente da APCF, Marcos Camargo, alertou em artigo publicado no UOL que a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) da Segurança Pública, finalizada pelo Governo Federal, comete um erro técnico e estratégico grave ao não incluir a Polícia Científica no texto da proposta.

Segundo Camargo, a criminalidade tem se tornado cada vez mais sofisticada, o que torna essencial o uso de ciência e tecnologia na investigação criminal. Ele destaca que, embora a PEC preveja maior integração de dados e fortalecimento do financiamento para as forças de segurança, a ausência da Polícia Científica no texto pode limitar a capacidade técnica de resolução de crimes.

“Embora a PEC da Segurança Pública preveja, corretamente, a integração de dados e o fortalecimento do financiamento para as forças de segurança, ao ignorar a Polícia Científica, incorre no risco de que impedir ou dificultar que os recursos destinados à segurança não cheguem a esses órgãos, afetando diretamente sua capacidade de operação”, declarou

Leia a íntegra do artigo aqui.

Encontro de Diretores Regionais da APCF debate demandas prioritárias para a carreira

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A Diretoria Executiva da Associação dos Peritos Criminais Federais (APCF), empossada em 1º de janeiro deste ano, realizou seu primeiro Encontro de Diretores Regionais da gestão nesta quinta e sexta-feira (20/3 e 21/3). O encontro foi realizado no Hotel Jade, em Brasília.

A reunião foi conduzida pelo presidente da entidade, Marcos Camargo, e contou com a participação de 31 representantes estaduais, além de sete membros da Diretoria Executiva.

Ao longo dos dois dias, os peritos criminais federais alinharam estratégias e debateram ações prioritárias para a carreira. Entre as principais demandas discutidas estão: a criação de uma Diretoria de Polícia Científica na Polícia Federal, o cumprimento da Lei nº 13.047/2014, a regulamentação interna sobre a extração de mídias digitais e a atualização dos critérios para nomeação de peritos ad hoc.

Também foram pautados temas como a reestruturação das unidades de criminalística, a criação de novas vagas para peritos, a implementação de adidância para peritos criminais federais no exterior e a regulamentação da Lei nº 12.030/2009 no âmbito da Polícia Federal.

No segundo dia do encontro, os diretores Técnico-Científico da Polícia Federal, Roberto Reis Monteiro Neto, e do Instituto Nacional de Criminalística (INC), Carlos Eduardo Palhares Machado, participaram da reunião e debateram as principais demandas apresentadas pelas diretorias regionais e sub-regionais.

Veja imagens do encontro:

APCF se manifesta sobre declaração de Lewandowski e defende investimento na perícia

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A Associação Nacional dos Peritos Criminais Federais (APCF), diante das declarações do ministro da Justiça e Segurança Pública, Ricardo Lewandowski, sobre a atuação das polícias na condução de prisões no país, ressalta que uma das principais causas da ineficiência processual é justamente a histórica omissão do próprio ministério em promover ações concretas para o aprimoramento do sistema de segurança pública — especialmente nas áreas científica e tecnológica.

A PEC da Segurança Pública, defendida pelo ministro como solução para o enfrentamento da criminalidade, desconsidera por completo o papel essencial das polícias científicas. Essas instituições são fundamentais para a investigação de crimes, a coleta e a preservação da cadeia de custódia das provas e o aumento dos índices de resolução de casos, mas seguem sem uma representação efetiva e uma estrutura dedicada no âmbito do MJSP. Sem um sistema estruturado de produção e análise de provas científicas, o combate à criminalidade seguirá limitado.

Projetos estratégicos da perícia criminal também têm sofrido constantes entraves, o que compromete a eficiência das investigações. O Centro Multiusuário de Processamento Automatizado de Vestígios Sexuais (Cempa-VS), por exemplo, foi paralisado por falta de repasse de recursos para missões estaduais, prejudicando a análise de crimes sexuais. A Rede Integrada de Perfis Genéticos enfrentou, nos últimos anos, a ausência de coordenação e suporte técnico adequados, dificultando a troca de informações entre os Estados. Já o Sistema Nacional de Análise Balística (Sinab), ferramenta crucial para elucidação de crimes com armas de fogo, segue com dificuldades de implementação por falta de apoio institucional e demora na liberação de recursos.

O aperfeiçoamento da atuação policial deve ser um objetivo permanente. No entanto, diante do cenário atual, a APCF entende que é indispensável uma atuação mais efetiva do Ministério da Justiça para alcançar a almejada eficiência no sistema de segurança pública. O tratamento técnico das cenas de crime, com vestígios analisados de forma isenta e com a cadeia de custódia preservada, é um princípio reconhecido mundialmente como essencial para a resolução de crimes. No Brasil, infelizmente, esse princípio ainda é relativizado.

Presidente da Associação Nacional dos Peritos Criminais Federais (APCF)

Perito criminal federal palestra sobre fraudes contra RPPS em congresso nacional

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O perito criminal federal Ricardo Hurtado, do SETEC/PR, participou como conferencista do 7º Congresso Brasileiro de Investimento dos RPPS, promovido pela Associação Brasileira de Instituições de Previdência Estaduais e Municipais (ABIPEM), entre os dias 12 e 14 de março, em Florianópolis-SC. O evento reuniu aproximadamente 1000 gestores de investimentos de RPPS de todo o Brasil e é considerado um dos principais encontros do setor.

Durante a palestra, Ricardo Hurtado abordou o modus operandi das fraudes que afetam os institutos de previdência, os impactos dessas irregularidades e a crescente sofisticação dos esquemas ilícitos. O perito também destacou o papel da Polícia Federal na investigação desses crimes e a importância de uma governança robusta para a proteção dos recursos previdenciários.

A apresentação teve excelente repercussão entre os presentes, reforçando a relevância da perícia criminal na identificação e comprovação de fraudes financeiras no setor previdenciário. A APCF reafirma o compromisso da categoria na defesa da integridade dos RPPS, contribuindo para um ambiente mais transparente e seguro na administração dos recursos previdenciários.

Na Conjur, Camargo defende a efetiva autonomia da perícia criminal na Polícia Federal

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O presidente da APCF, Marcos Camargo, defendeu em um artigo publicado pela revista eletrônica Conjur que a efetiva autonomia da perícia criminal na Polícia Federal só será alcançada com a regulamentação da Lei nº 12.030/2009.

A norma já garante a autonomia técnica, científica e funcional aos peritos criminais. Todavia, falta de uma estrutura administrativa própria para a Diretoria Técnico-Científica (Ditec) compromete a efetividade dessas garantias legais.

“Sem gestão administrativa, orçamentária e financeira próprias para a diretoria técnico científica, a efetividade das ações na área de criminalística fica comprometida e acaba fragilizando a autonomia prevista pela lei”, afirma.

Camargo destaca que o Supremo Tribunal Federal (STF), nos julgamentos da ADI 4354 e do ARE 1454560, reconheceu a necessidade de uma gestão administrativa e orçamentária própria para assegurar a autonomia da perícia criminal. Afirma ainda que a implementação dessa estrutura no âmbito da Polícia Federal é uma decisão política, que depende apenas da edição de um decreto presidencial.

Leia a íntegra do artigo aqui.

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