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Cordel homenageia peritos criminais federais aposentados com humor

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Dando continuidade à sua produção autoral em literatura de cordel, o perito criminal federal José Alysson D. M. Medeiros lançou, no dia 24 de janeiro, o folheto “O Perito Criminal e a Peleja das Carteiradas”, em homenagem ao Dia da Aposentada e do Aposentado. A obra utiliza humor e narrativa popular para refletir sobre trajetórias profissionais, relações de autoridade e a cultura institucional que atravessa o cotidiano da perícia.

O cordel integra a série de publicações em que o autor recorre à poesia popular como instrumento de divulgação da atividade pericial, aproximando temas do cotidiano institucional de uma linguagem acessível, marcada pela tradição do cordel nordestino. O lançamento conta com o apoio da Associação Nacional dos Peritos Criminais Federais (APCF).

Enredo e homenagem

Ambientada em João Pessoa, a narrativa se desenvolve a partir de uma situação cotidiana, observada com ironia e atenção aos detalhes. Ao longo dos versos, o cordel apresenta disputas simbólicas de autoridade e constrói sua crítica de forma leve, valorizando a inteligência narrativa e o humor característicos do gênero.

A história dialoga diretamente com a prática pericial ao evidenciar a importância da observação técnica e da leitura atenta dos vestígios, elementos centrais para a compreensão dos fatos. Ao mesmo tempo, o cordel presta uma homenagem aos profissionais aposentados, retratando esse período como uma etapa de vida marcada por novas rotinas, escolhas pessoais e continuidade de vínculos afetivos e sociais.

Arte, literatura e trajetória profissional

Natural de João Pessoa (PB), José Alysson D. M. Medeiros é engenheiro civil e atua na área pericial na capital paraibana. É autor da coletânea Perícia em Versos e de diversos cordéis que articulam ciência, cultura popular e cotidiano profissional, sempre com atenção à linguagem e à tradição do cordel.

As xilogravuras que acompanham o folheto são assinadas por Maria Edna da Silva (Edna), artesã e xilogravurista de Bezerros (PE), ligada ao Memorial J. Borges, e por Jefferson de Lima Campos, artista paulistano radicado no Rio Grande do Norte, dedicado à literatura de cordel e à cultura popular. As imagens dialogam diretamente com os versos, reforçando o caráter narrativo da obra.

Finalizado em setembro de 2025 e publicado simbolicamente em 24 de janeiro de 2026, o cordel reafirma a literatura de cordel como espaço de reflexão, memória e reconhecimento, celebrando, por meio da arte, a contribuição dos peritos criminais federais que ajudaram a construir a história da carreira no país.

Leia o novo cordel do perito criminal federal José Alysson D. M. Medeiros aqui:

Cordel O Perito Criminal e a Peleja das Carteiradas

Revista Perícia Federal avança no Qualis Capes e alcança classificação B4

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A revista Perícia Federal, publicação institucional da Associação Nacional dos Peritos Criminais Federais (APCF), registrou avanço na mais recente avaliação do Qualis Capes, sistema de classificação de periódicos científicos da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior. A publicação passou a integrar o estrato B4, após subir dois níveis em relação à avaliação anterior.

“Quando assumimos de forma mais estruturada a parte científica da revista e passamos a utilizar sistemas de indexação, entramos no Qualis como C. Agora, na avaliação mais recente, subimos dois níveis e chegamos ao B4. É uma vitória importante, porque esse salto significa que estamos sendo cada vez mais lidos e citados em outros periódicos”, ressalta Alexandro Mangueira, diretor de Comunicação Social da APCF e editor-chefe do encarte científico da publicação.

O Qualis Capes é o principal sistema brasileiro de avaliação de periódicos acadêmicos e organiza as revistas em uma escala que vai do nível C aos estratos B (B5 a B1) e A (A4 a A1), sendo este último o patamar máximo. Os periódicos enquadrados no estrato B são reconhecidos como publicações de relevância nacional, de acordo com critérios como regularidade, impacto acadêmico, indexação e citações em outros periódicos científicos.

No caso da revista Perícia Federal, o avanço é especialmente significativo por se tratar de uma revista que abriga, de forma integrada, um encarte científico, o Fronteiras em Ciências Forenses. Atualmente em sua 55ª edição, a revista mantém publicação regular e reúne reportagens, entrevistas, artigos técnicos e científicos voltados à perícia criminal e às ciências forenses. A publicação conta com coordenação e edição de Danielle Ramos, que também assina a redação.

Para o presidente da APCF, Marcos Camargo, a nova classificação no Qualis representa um passo importante no fortalecimento da produção técnico-científica da perícia criminal federal e no reconhecimento institucional da revista como espaço qualificado de difusão do conhecimento. “Passar a integrar o estrato B4 significa consolidar a revista Perícia Federal como um periódico de relevância nacional. É um estímulo para seguir qualificando o conteúdo e ampliando o diálogo da perícia com a comunidade científica”, afirma.

APCF homenageia diretora do FNSP e apresenta demandas da carreira

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A Diretoria da Associação Nacional dos Peritos Criminais Federais (APCF) recebeu, nesta quarta-feira (21/1), a diretora do Fundo Nacional de Segurança Pública (FNSP), Camila Pintarelli. O encontro ocorreu na sede da entidade, em Brasília, e contou com a presença do presidente Marcos Camargo, do vice-presidente Luiz Spricigo Jr. e do diretor Rafael de Liz.

Na ocasião, o presidente da APCF, Marcos Camargo, entregou à diretora uma placa de homenagem em reconhecimento aos relevantes serviços prestados à segurança pública nacional, destacando sua dedicação, compromisso institucional e contribuição para o fortalecimento das políticas públicas do setor.

Durante a reunião, a Diretoria da APCF apresentou demandas da entidade e da carreira, além de reforçar a importância do diálogo permanente com o Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP). Camila Pintarelli agradeceu a homenagem, recebeu os pleitos e colocou-se à disposição para colaborar com a entidade.

APCF reforça papel da perícia criminal na produção da prova científica

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A Associação Nacional dos Peritos Criminais Federais (APCF) acompanha com atenção os desdobramentos das decisões proferidas pelo ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal (STF), que inicialmente determinaram o lacre e o acautelamento de bens, documentos e dispositivos eletrônicos apreendidos pela Polícia Federal e, posteriormente, autorizaram o encaminhamento do material probatório à Procuradoria-Geral da República (PGR).

A APCF reconhece a importância da atuação do Ministério Público na formação da opinião jurídica sobre a materialidade e a autoria dos delitos investigados, mas ressalta que não compete ao órgão acusador a elaboração de provas a partir da análise dos vestígios. Por sua vez, as unidades de criminalística da Polícia Federal, em especial o Instituto Nacional de Criminalística (INC), além da competência legal, detêm os atributos técnicos, científicos e estruturais necessários à adequada produção da prova pericial, inclusive no que se refere a dispositivos eletrônicos e mídias digitais.

Cabe ressaltar, ademais, que os peritos oficiais de natureza criminal – que no âmbito federal são os peritos criminais federais – possuem autonomia técnico-científica e funcional assegurada pela Lei nº 12.030/2009 e estão incumbidos pelo Código de Processo Penal por realizar os exames periciais e zelar pelos protocolos técnicos e pela rigorosa preservação da cadeia de custódia, garantindo a produção de provas científicas válidas para o devido processo legal, a ampla defesa e a correta elucidação dos fatos.

A APCF vê com preocupação os riscos operacionais e técnicos envolvidos na ausência do envio dos materiais à perícia criminal. A postergação do envio ou a realização dos exames fora das unidades oficiais de criminalística, sobretudo em relação a dispositivos eletrônicos, pode levar a perda de vestígios relevantes para a persecução penal, ou mesmo à perda de oportunidades técnicas, por vezes irrepetíveis, como a análise de aparelhos ainda ativos ou recentemente desbloqueados, além de possibilitar eventuais modificações automáticas inerentes ao próprio funcionamento dos sistemas operacionais.

A Associação reafirma, por fim, a importância de que o material apreendido seja destinado à perícia oficial, responsável legal pela produção da prova científica, assegurando a integridade dos vestígios e a confiabilidade da prova material gerada, em consonância com a legislação processual penal e as boas práticas da ciência forense.

Associação Nacional dos Peritos Criminais Federais (APCF)

“Política de segurança precisa de visão de longo prazo”, diz Camargo em artigo no Estadão

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O blog do Fausto Macedo, do Estadão, publicou nesta quinta-feira (15/10) um artigo assinado pelo presidente da Associação Nacional dos Peritos Criminais Federais (APCF), Marcos Camargo, em que analisa os desafios, riscos e oportunidades envolvidos em uma eventual proposta de criação de um Ministério da Segurança Pública no Brasil.

No texto, Camargo destaca que a criação de uma pasta específica pode representar um avanço relevante para a coordenação das políticas de segurança pública, desde que esteja acompanhada de planejamento, continuidade institucional e compromisso com políticas públicas baseadas em evidências. Ele ressalta que experiências anteriores mostram que mudanças meramente estruturais, sem estratégia clara e sustentação política, tendem a produzir poucos resultados concretos.

O artigo também aborda a importância de preservar a integração entre União, estados e municípios, evitar disputas institucionais, garantir o compartilhamento qualificado de informações e assegurar uma interlocução eficiente com o sistema de Justiça. Para Camargo, o sucesso de uma eventual reforma depende menos da criação formal de um novo ministério e mais da capacidade do Estado de construir políticas consistentes, técnicas e duradouras na área da segurança pública.

Leia o artigo completo

APCF parabeniza Wellington César Lima e Silva pelo cargo de ministro da Justiça e Segurança Pública

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A Associação Nacional dos Peritos Criminais Federais (APCF) parabeniza o advogado Wellington César Lima e Silva pela indicação ao cargo de ministro da Justiça e Segurança Pública. Desejamos êxito na condução da nova missão e nos colocamos à disposição para colaborar de forma técnica e institucional com os debates e projetos estratégicos da área.

A APCF reafirma a importância da perícia oficial de natureza criminal como instrumento fundamental para o fortalecimento do sistema de Justiça e da segurança pública no Brasil. A atuação científica e independente dos peritos criminais federais tem papel decisivo na apuração de crimes, contribuindo para decisões justas, baseadas em evidências e na verdade dos fatos.

Que a gestão seja pautada pelo diálogo, pela valorização das carreiras de Estado e pelo compromisso com políticas públicas eficientes, democrática e baseada no rigor técnico. A APCF seguirá contribuindo com propostas e posicionamentos que consolidem a perícia criminal e a atividade de Polícia Científica como eixo estruturante da Justiça penal.

Nota de Pesar – Danilo Catunda de Clodoaldo Pinto

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A Associação Nacional dos Peritos Criminais Federais (APCF) manifesta profundo pesar pelo falecimento do perito criminal federal aposentado Danilo Catunda de Clodoaldo Pinto. Nascido em 6 de novembro de 1978, Danilo atuou até 2025 no Serviço de Perícias em Meio Ambiente da Diretoria Técnico-Científica da Polícia Federal, deixando uma trajetória marcada pelo compromisso com a ciência e o serviço público.

A APCF se solidariza com os familiares, amigos e colegas de trabalho, reafirmando o respeito e a gratidão por sua contribuição à criminalística federal.

APCF participa de sessão solene na Câmara em homenagem ao Dia do Perito Criminal

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A Associação Nacional dos Peritos Criminais Federais (APCF) participou, nesta segunda-feira (8/12), da sessão solene realizada pela Câmara dos Deputados em homenagem ao Dia Nacional do Perito Criminal, celebrado em 4 de dezembro. A solenidade foi uma iniciativa do deputado federal Nicoletti (União-RR) e ocorreu no Plenário Ulysses Guimarães.

A mesa da solenidade foi composta pela senadora Ivete da Silveira (MDB‑SC), pelo deputado Coronel Assis (União-MT), que presidiu a sessão, por representantes do Ministério da Justiça e da Polícia Federal, além de lideranças da perícia oficial. O vice-presidente da APCF, Luiz Spricigo Jr., também acompanhou a homenagem no plenário. Marcos Camargo, ocupou a tribuna e fez uma defesa do fortalecimento da perícia oficial no Brasil.

“O trabalho dos peritos criminais é um dos pilares da atividade policial, sendo responsável pela produção da prova científica de forma independente, imparcial e equidistante das partes. Asseguramos que o processo penal seja orientado pelo rigor técnico, não pela opinião”, afirmou.

Camargo destacou que a atuação dos peritos vai além da elaboração de laudos periciais, incluindo o desenvolvimento de ferramentas científicas essenciais para o combate à criminalidade. Ele citou como exemplos o Sistema Nacional de Análise Balística (SINAB), o Programa Ouro Alvo e o Banco Nacional de Perfis Genéticos, todos coordenados por peritos criminais federais.

“Com mais de 250 mil perfis armazenados, o banco genético já auxiliou em mais de 10 mil coincidências confirmadas, contribuindo para investigações de homicídios, crimes sexuais e identificação de pessoas desaparecidas”, pontuou.

O presidente da APCF também chamou atenção para a ausência das polícias científicas no texto da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 18/2025, que trata da modernização da segurança pública.

“Ao desconsiderar a perícia oficial, o governo federal ignorou o conhecimento científico como ferramenta essencial para o combate à criminalidade. Essa omissão precisa ser reparada por esta Casa Legislativa”, disse. Para Camargo, a autonomia da perícia não é uma reivindicação corporativa, mas uma garantia estrutural do Estado democrático de direito. “Uma perícia criminal forte, tecnicamente qualificada e com proteção regulatória não é um privilégio. É uma condição para a credibilidade da prova e para a efetividade da justiça”, afirmou.

Camargo ainda fez um apelo aos parlamentares e ao Poder Executivo para que o orçamento de 2026 contemple a recomposição do quadro de peritos criminais federais, por meio do aproveitamento de todos os aprovados no atual concurso público.

“Essa medida é crucial para manter os padrões de qualidade exigidos para a nossa atividade pericial”, declarou.

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APCF participa de mesa-redonda sobre cadeia de custódia no Acre

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A Associação Nacional dos Peritos Criminais Federais (APCF) participou, no dia 4 de dezembro, da mesa-redonda “Cadeia de Custódia e Integridade da Prova”, realizada no auditório da OAB/AC, em Rio Branco, como parte das atividades de comemoração ao Dia do Perito Criminal. A APCF foi representada pelo perito criminal federal Rafael de Liz, secretário-geral da Associação e especialista em cadeia de custódia.

O debate reuniu representantes de diversas instituições do sistema de Justiça. Também participaram o Procurador-Geral de Justiça do Acre, Danilo Lovisaro, professor da Universidade Federal do Acre (UFAC); o defensor público Bruno José Vigato, especialista em direitos humanos; o presidente da Comissão de Direito Criminal da OAB/AC, Jhonatan Rened; e o juiz da Vara Cível da Comarca de Brasiléia, José Leite Neto.

O evento foi organizado pela Associação Acreana de Peritos Oficiais (AAPO), pela APCF e pela OAB/AC, com apoio do Ministério Público do Acre (MPAC), da Defensoria Pública do Estado do Acre (DPE/AC) e do Tribunal de Justiça do Acre (TJAC). Os participantes discutiram a importância da cadeia de custódia para a integridade da prova pericial e para o fortalecimento da segurança jurídica.

Perito criminal José Alysson lança cordel que une Newton, Locard e Novos Baianos em homenagem ao Dia do Perito Criminal

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O perito criminal federal José Alysson Medeiros lançou, nesta quarta-feira (4/12), o cordel “O Inglês, o Francês, os Baianos e o Mistério do Planeta”, durante celebração do Dia do Perito Criminal, no Setor Técnico-Científico da Polícia Federal na Paraíba (Setec-PB). A obra, publicada com o apoio da Associação Nacional dos Peritos Criminais Federais (APCF), reafirma a contribuição do autor para a divulgação da ciência forense por meio da literatura popular.

Conhecido por transformar temas técnicos em narrativas acessíveis, Alysson utiliza neste novo folheto uma estrutura singular: aproxima a física de Isaac Newton, a criminalística de Edmond Locard e a poesia musical dos Novos Baianos para refletir sobre o trabalho pericial e sobre a própria natureza dos vestígios. O cordel nasceu da audição de Mistério do Planeta, cuja ideia central — “a lei natural dos encontros” — provocou no autor um diálogo entre arte e ciência que se desdobra ao longo dos versos.

Uma viagem entre a maçã de Newton, o laboratório de Locard e a música brasileira

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Na primeira parte do cordel, o leitor reencontra um jovem Isaac Newton às voltas com a célebre queda da maçã. A cena serve como porta de entrada para as Leis do Movimento e para o Princípio da Ação e Reação, apresentados com leveza e precisão poética.

O poema salta então para a Lyon do início do século XX, onde Edmond Locard inaugura o primeiro laboratório de polícia científica em um sótão. Alysson recria, em rimas, o nascimento do Princípio da Troca, que fundamenta a investigação moderna ao afirmar que todo contato deixa vestígios.

O encontro entre esses dois “gigantes” — um da física, outro da ciência forense — se completa no último ato, quando o cordelista costura os princípios de Newton e Locard com os versos dos Novos Baianos, interpretando “Eu deixo e recebo um tanto” como metáfora para leis naturais e percepções periciais. O resultado é uma síntese inusitada entre filosofia musical, história da ciência e prática investigativa.

Arte, ciência e criminalística

Na apresentação em prosa que abre o folheto, Alysson destaca a “plurissignificação” da arte em contraste com a objetividade da escrita científica, lembrando que também é possível “ver arte na ciência e ciência na arte”. Essa reflexão orienta toda a obra, que propõe ao leitor um olhar sensível sobre os fundamentos da criminalística sem perder o rigor técnico.

As ilustrações são assinadas pelos xilogravuristas Maria Edna da Silva (Edna) — artesã de Bezerros/PE que dá continuidade ao legado do mestre J. Borges — e Erick Lima, artista visual de Natal/RN ligado à Casa do Cordel, reafirmando a tradição estética que caracteriza os trabalhos do autor.

O cordel é dedicado aos profissionais da perícia criminal, definidos pelo autor como aqueles que enfrentam a violência para revelar a verdade “pela arte de usar a ciência”.

Durante o lançamento no Setec-PB, colegas e servidores da unidade prestigiaram a obra e posaram para foto ao lado do autor segurando o folheto recém-publicado.

Leia o novo cordel do perito criminal federal José Alysson Medeiros aqui:

Cordel O Ingles O Frances Os Baianos E O Misterio Do Planeta

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