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Nobel de Economia Thomas Sargent fará a palestra magna de encerramento do Fórum

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Um dos economistas mais conceituados do mundo, agraciado com o Prêmio Nobel de Ciências Econômicas em 2011, o norte-americano Thomas J. Sargent será o palestrante de encerramento do 2º Fórum Nacional sobre Crimes Econômico-Financeiros, com fala agendada para o dia 25 de março.

Thomas Sargent é professor de economia e negócios da Universidade de Nova York. É também um dos economistas mais citados e influentes do mundo. Sargent é especialista nas áreas de macroeconomia, economia monetária e econometria. Sua contribuição para a economia deu origem a diversos artigos desde a década de 1960. Além das várias publicações que fez ao longo da carreira, o economista ajudou a fundar um projeto sem fins lucrativos dedicado ao desenvolvimento de ferramentas eletrônicas para auxiliar na hora de tomar decisões sobre econometria. 

Para mais informações, acesse: www.forumcrimesfinanceiros.org.br

Serviço
2º Fórum Nacional sobre Crimes Econômico-Financeiros
Data: 23 a 25 de março de 2020
Local: Universidade Positivo (Teatro Positivo – Pequeno Auditório) – R. Prof. Pedro Viriato Parigot de Souza, 5300 – Curitiba

Especialistas analisam o custo econômico do crime e da violência no 2º FNCEF

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O custo econômico do crime e da violência será tema da mesa redonda realizada em 25 de março, a partir das 9h, no 2º Fórum Nacional sobre Crimes Econômico-Financeiros. Na pauta, a discussão sobre os modelos de avaliação de impacto econômico, a economia do crime e seus tradeoff, com base no artigo seminal “Crime e Punição: uma abordagem econômica”, de autoria do professor e Nobel Gary Becker. 

Com foco no Fundo Monetário Internacional (FMI), os participantes da mesa redonda – com presenças já confirmadas de Joana Pereira (FMI) e de Rodrigo Soares (Columbia University) – analisarão os efeitos da corrupção no balanço público e de que forma essa distorção contamina a propensão de investimentos no Brasil por parte de organismos internacionais.

“A APCF se esforçou para trazer pesquisadores de peso que estão na fronteira do conhecimento, reforçando sua postura ativa na troca de conhecimento, no melhoramento de legislações, participando de audiências públicas, disseminado conceitos e boas práticas para fomentar o reconhecimento da sociedade quanto ao papel da perícia em elucidar crimes com uma visão técnico-científica”, diz o perito criminal federal Otávio A. Allemand Borges, mediador da mesa redonda.

Para mais informações, acesse: www.forumcrimesfinanceiros.org.br

Serviço
2º Fórum Nacional sobre Crimes Econômico-Financeiros
Data: 23 a 25 de março de 2020
Local: Universidade Positivo (Teatro Positivo – Pequeno Auditório) – R. Prof. Pedro Viriato Parigot de Souza, 5300 – Curitiba

Confira os palestrantes confirmados do 2º Fórum Nacional sobre Crimes Econômico-Financeiros

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A programação da segunda edição do Fórum Nacional sobre Crimes Econômico-Financeiros, que acontecerá entre os dias 23 e 25 de março de 2020, na Universidade Positivo, em Curitiba, já tem nomes de peso confirmados. Destaque para a participação de Thomas Sargent, ganhador do prêmio Nobel de Economia de 2011. 

O Fórum é uma realização da Associação Nacional dos Peritos Criminais Federais (APCF), com apoio institucional da Polícia Federal. Na programação do evento estão previstos debates sobre: macroeconomia; o custo econômico do crime e da violência; a agenda e o impacto das privatizações na economia e eficiência do Estado; confisco alargado de bens; processo penal e provas técnico-científicas em crimes financeiros; tecnologias disruptivas e inovação; arranjos de pagamento, fintechs e criptoativos; e o contexto global do Brasil diante de organismos internacionais.

Também compõem a lista de presenças confirmadas os palestrantes Luiz Roberto Beggiora, Secretário Nacional de Políticas sobre Drogas; Alexandre Pinheiro dos Santos, Superintendente Geral da Comissão de Valores Mobiliários (CVM); Rodrigo Soares, professor da Universidade de Columbia; Joana Pereira, representante do Fundo Monetário Internacional (FMI). 

Com o tema “O custo econômico do crime e o uso de tecnologias disruptivas no combate à corrupção”, o evento multidisciplinar reunirá especialistas e autoridades no assunto, promovendo o debate e o intercâmbio de informações para agregar qualidade às técnicas de prevenção e de investigação dos crimes econômico-financeiros.

“Reuniremos para a discussão todos os envolvidos neste processo, como peritos criminais federais, magistrados, advogados, acadêmicos e representantes de outros órgãos fundamentais para o combate à corrupção. A perícia criminal tem a obrigação de ser isenta e equidistante das partes, por isso queremos promover um debate com a participação de diferentes carreiras e também representantes de linhas ideológicas distintas”, destaca o presidente da APCF, Marcos Camargo. 

Mais informações: www.forumcrimesfinanceiros.org.br

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2º Fórum Nacional sobre Crimes Econômico-Financeiros
Data: 23 a 25 de março de 2020
Local: Universidade Positivo (Teatro Positivo – Pequeno Auditório) – R. Prof. Pedro Viriato Parigot de Souza, 5300 – Curitiba

APCF realizará 2º Fórum Nacional sobre Crimes Econômico-Financeiros em Curitiba

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A Associação Nacional dos Peritos Criminais Federais (APCF) promoverá a segunda edição do Fórum Nacional sobre Crimes Econômico-Financeiros, entre os dias 23 e 25 de março de 2020, na Universidade Positivo, em Curitiba. Com o tema “O custo econômico do crime e o uso de tecnologias disruptivas no combate à corrupção”, o evento multidisciplinar reunirá especialistas e autoridades no assunto, promovendo o debate e o intercâmbio de informações para agregar qualidade às técnicas de prevenção e de investigação dos crimes econômico-financeiros.

Na programação do Fórum estão previstas discussões sobre: macroeconomia; o custo econômico do crime e da violência; a agenda e o impacto das privatizações na economia e eficiência do Estado; confisco alargado de bens; processo penal e provas técnico-científicas em crimes financeiros; tecnologias disruptivas e inovação; arranjos de pagamento, fintechs e criptoativos; e o contexto global do Brasil diante de organismos internacionais.

O evento é uma realização da APCF, com apoio da Polícia Federal. “Temas ligados ao combate e à prevenção de casos de corrupção serão os principais assuntos debatidos nos painéis. Promoveremos debates que estão na fronteira do conhecimento, de modo a fomentar reflexões sobre novas possibilidades de aplicação da criminalística na solução de casos que interessem à Justiça. Mais do que enaltecermos acertos, o intuito é fazer uma autocrítica para aprimorar cada vez mais o trabalho de combate à corrupção no Brasil”, destaca o presidente da APCF, Marcos Camargo. 

“Reuniremos para a discussão todos os envolvidos neste processo, como peritos criminais federais, juízes, desembargadores federais, advogados, acadêmicos e representantes de outros órgãos fundamentais para o combate à corrupção. A perícia tem a obrigação de ser isenta e equidistante das partes, por isso queremos promover um debate com a participação de diferentes carreiras e também representantes de linhas ideológicas distintas”, garante Camargo. 

Para mais informações, acesse: www.forumcrimesfinanceiros.org.br

Serviço
2º Fórum Nacional sobre Crimes Econômico-Financeiros
Data: 23 a 25 de março de 2020
Local: Universidade Positivo (Teatro Positivo – Pequeno Auditório) – R. Prof. Pedro Viriato Parigot de Souza, 5300 – Curitiba

Estadão publica artigo da APCF sobre corrupção e lavagem de dinheiro

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A página do jornalista Fausto Macedo, do Estado de S. Paulo, publicou artigo assinado pelo presidente da Associação Nacional dos Peritos Criminais Federais (APCF), Marcos Camargo, sobre a importância do trabalho da perícia criminal em investigações que envolvem corrupção e lavagem de dinheiro.

No artigo, Camargo faz uma análise acerca da forma de produção das provas materiais que embasarão o processo penal do ex-assessor Fabrício Queiroz. Segundo ele, “condutas sob investigação do Estado, como é o presente caso, devem ser analisadas cientificamente pelos peritos criminais que apresentarão as provas materiais, consubstanciadas nos laudos periciais, buscando a verdade de forma absolutamente imparcial e equidistante das partes, apresentando-a em sua plenitude e de maneira autônoma e independente de qualquer linha investigativa.”

Confira a íntegra do artigo.

Programa Artigo 5º, da TV Justiça, entrevista peritos federais sobre perfil genético

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O perito criminal federal e atual coordenador da Rede Integrada de Bancos de Perfis Genéticos (RIBPG), Guilherme Jacques, concedeu entrevista ao programa Artigo 5º, da TV Justiça. Ele falou sobre a importância dos perfis genéticos de condenados por crimes violentos e hediondos cadastrados nos bancos de DNA para a resolução de casos criminais.

O PCF Ronaldo Junior, administrador do Banco Nacional de Perfis Genéticos e coordenador do Comitê Gestor da RIBPG, também concedeu entrevista. O programa ainda chamou a atenção para o trabalho dos peritos federais que atuam no laboratório de genética forense do Instituto Nacional de Criminalística (INC) da Polícia Federal.

Segundo o último relatório da RIBPG, o Banco Nacional de Perfis Genéticos conta com mais de 55 mil perfis cadastrados.

Confira a integra do programa:

Novo benefício! APCF firma parceria com plataforma de serviço de academias

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A Associação Nacional dos Peritos Criminais Federais (APCF) firmou convênio com o Gympass, um aplicativo que dá acesso a academias e estúdios em todo o Brasil por meio de uma assinatura mensal. Assim, o associado e dependentes poderão praticar exercícios físicos nos locais de melhor conveniência, seja perto de casa ou do trabalho, usando os serviços de diferentes empresas, sem ter de pagar a mais por isso.

O novo benefício corporativo proporcionará a possibilidade de explorar centenas de atividades físicas em milhares de lugares, para que o associado e sua família possam se divertir e encontrar aquilo que mais gostem. Tudo isso a preços acessíveis, com planos que variam de R$ 29,90 a R$ 489,90 mensais por pessoa. 

As academias conveniadas com o Gympass garantem, além de musculação, várias outras atividades e modalidades esportivas, como pilates, dança, artes marciais, yoga, natação, entre outras, para que a experiência fitness do cliente possa ser completa. A cada dia a pessoa pode treinar uma modalidade diferente.

Para ter acesso ao convênio, basta baixar o aplicativo do Gympass no celular e efetuar o cadastro com o CPF ou e-mail (deve ser o mesmo cadastrado no banco de dados da APCF). Uma vez que ele tenha sido feito, é possível escolher o plano mensal que deseja e, depois, usar o app para entrar na academia escolhida. O pagamento é feito por meio de cartão de crédito. 

Uma das vantagens da plataforma é que seus usuários, em caso de desistência dos planos, não pagam nenhuma multa proporcional. As renovações também são feitas automaticamente.

Como utilizar

Na entrada da academia ou estúdio, avise que possui o Gympass e que vai realizar o treino ou aula. Abra o aplicativo ou site do Gympass, entre e faça o check-in, usando seu celular com geolocalização e internet móvel habilitadas. O atendente irá validar e liberar a sua entrada como um aluno regular da academia.

4ª feira, 18 de dezembro de 2019

PF apreendeu mais de 7 mil notas falsas em 2019 no Ceará; perito federal ajuda a identificá-las

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Mais de 7 mil notas de dinheiro falsas foram apreendidas pela Polícia Federal no Ceará em 2019. O valor nominal das apreensões corresponde a R$ 227.075, contra R$ 89.540 em 2018.

No ano passado a PF recolheu 1.173 cédulas falsificadas em operações policiais, o que significa um acréscimo de 549,3% em relação ao mesmo período de 2018.

Em entrevista para o G1, o perito criminal federal Virgílio Mathieson Tavares, do Setor Técnico-Científico da PF do Ceará (Setec-CE), destacou que as notas de R$ 100 e R$ 50 são os principais alvos de falsificação pelas quadrilhas no País. Na avaliação dele, o público em geral precisa conhecer a moeda nacional.

“Para identificar uma cédula falsa, você tem que conhecer a impressão e as características da cédula autêntica, que tem uma impressão de boa qualidade, um papel de melhor qualidade, alguns elementos de segurança, que você vai distinguir da falsa. Com o mínimo de instrução, você vai realizar pequenas comparações, não precisa estar com a cédula autêntica em mãos”, disse Tavares ao G1.

Ação criminosa

A intensificação da atividade dos criminosos e da reação da Polícia Federal representou também um aumento em ocorrências de flagrantes (de 11 para 20, em um ano) e em suspeitos capturados (de 15 para 23).

Segundo a PF, a falsificação de notas falsas aumenta no período de fim de ano por conta das festas, sendo a maioria das cédulas comprada em redes sociais e enviadas por correspondência pelos Correios.

Foto: Helene Santos/SVM

Nossa Família Federal: evento reúne policiais federais e familiares na SR/RJ

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A Superintendência da Polícia Federal no Rio de Janeiro (SR/RJ) realizou, nesta 4ª feira (11/12), a primeira edição do “Nossa Família Federal”. Na oportunidade, servidores e colaboradores puderam levar suas famílias para participar de diversas atividades e conhecer um pouco mais do trabalho da instituição.

Organizado pelo perito criminal federal Roberto Feijó e outros servidores, o evento contou com o apoio institucional da diretoria regional da Associação Nacional dos Peritos Criminais Federais (APCF). Além do coffe break e sorteio de brindes, os presentes assistiram a uma palestra sobre crimes cibernéticos e combate à pornografia infanto-juvenil.

Para completar o evento, também houve apresentações com os cães da PF e visitas ao stand de tiros e às viaturas policiais. Entre as atividades também estava demonstrações da atuação pela equipe de segurança de dignitários, de técnicas de defesa pessoal e de abordagem policial.

Diretor regional da APCF, o perito criminal federal Levi Costa destaca a importância da integração. “Em 13 anos de SR/RJ jamais presenciei um momento de inclusão como este. Foram vários colegas de todos os cargos que se dedicaram a fazer deste um dia inesquecível para os policiais e seus familiares”, destaca.

Perito federal participa de reunião da ONU sobre crimes ambientais

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O Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crimes (UNODC) realizou, por solicitação do Ministério do Meio Ambiente, um diagnóstico sobre a situação do combate aos crimes relacionados à fauna, flora e florestas no Brasil. Nos dias 4, 5 e 6 de dezembro, a pasta promoveu reuniões para tratar do assunto. O perito criminal federal Rodrigo Mayrink, que é especialista da área de meio ambiente, participou dos encontros, representando o Instituto Nacional de Criminalística (INC) da Polícia Federal.

O diagnóstico faz parte de uma metodologia desenvolvida pelo ICCWC (International Consortium on Combating Wildlife Crime), uma aliança de cinco organizações intergovernamentais que trabalham para oferecer apoio coordenado às agências nacionais de aplicação da lei da vida selvagem. Fazem parte da entidade: o UNODC, a Convenção sobre Comércio Internacional de Espécies Ameaçadas de Fauna e Flora Selvagens (CITES), a INTERPOL, o Banco Mundial e a Organização Mundial das Alfândegas (WCO).

O objetivo é traçar um panorama atual do Brasil no que diz respeito ao tráfico de animais silvestres, flora e madeira, e em seguida propor estratégias de melhoria nas ações de combate a esses crimes ambientais. O estudo possui uma metodologia específica, que é aplicada globalmente, em todos os países que requisitam o diagnóstico, por meio de um Kit de Ferramentas Analíticas para Crimes de Animais Selvagens e Florestas.

“O diagnóstico envolve uma reunião de três dias, com especialistas que atuam no combate a esses crimes, de várias instituições de todo o país, para avaliar uma série de aspectos relacionados às estruturas, procedimentos e capacidades dos órgãos públicos brasileiros para o enfrentamento desses crimes ambientais”, explica Rodrigo Mayrink.

Ao final de suas etapas de implementação, o Kit de Ferramentas Analíticas fornecerá às autoridades do governo, alfândega, polícia, órgãos ambientais e outras agências de aplicação da lei uma estrutura para melhor analisar, prevenir, detectar e combater os crimes contra a fauna a flora brasileiras, incluindo o tráfico de animais silvestres, a biopirataria e o comércio de madeira ilegal.

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