Início Site Página 63

Vitória da ciência: governo dá sinal verde para criação do Banco de Dados Balístico

0

O Sinab (Sistema Nacional de Análise Balística), projeto apoiado pela Associação Nacional dos Peritos Criminais Federais (APCF), foi formalizado pelo governo federal, por meio da autorização, para as compras dos equipamentos necessários.

Na prática, o Sinab será um banco de dados alimentado com informações de vestígios balísticos (estojos e projéteis) encontrados em locais de crime e de materiais de referência colhidos de armas questionadas. A proposta é que o banco seja acessado pelos peritos criminais com o objetivo de elucidar casos, apontando autores de crimes e diminuindo a impunidade nos ilícitos cometidos com armas de fogo.

O banco permitirá cruzar informações de munições encontradas em diferentes cenas de crime e entre quaisquer localidades do Brasil, relacionando casos. Também servirá para confrontar os vestígios encontrados com armas questionadas. “Teremos a nosso favor uma importante ferramenta científica que auxiliará na resolução de crimes como os homicídios, que ainda ocorrem em grande número no Brasil”, afirma Marcos Camargo, presidente da APCF.

“Ciência é essencial para o combate à criminalidade e para a redução da impunidade. A APCF, há anos, defende a importância do Sinab junto às autoridades do executivo e do legislativo. A autorização para compra dos equipamentos é um passo essencial para a concretização do sistema, garantindo mais celeridade e robustez à produção de provas”, diz Camargo.

Para a primeira etapa de implementação do Sinab, o governo já sinalizou com a possível aquisição dos equipamentos a serem distribuídos para todos os Estados e para a Polícia Federal por meio da Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp) do Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP).

Ciência contra o crime

De modo semelhante ao Sinab, já funciona a Rede Integrada de Bancos de Perfis Genéticos (RIBPG), que também é um projeto que nasceu com o incentivo da perícia criminal. A rede integrada, conhecida como “banco de DNA”, tem contribuído para o esclarecimento de milhares de crimes, sobretudo homicídios e violência sexual. A partir do compartilhamento de materiais genéticos que os peritos criminais processam oriundos das cenas de crimes e de condenados por crimes violentos e hediondos, o banco ajuda a relacionar locais de infrações e a apontar autoria, auxiliando investigações por meio de provas científicas e objetivas.

Policiais realizam mobilização da segurança pública contra Reforma Administrativa

0

Policiais fizeram um ato de protesto durante 1 hora, nesta 2ª feira (22/3), para chamar a atenção da sociedade e das autoridades para os inúmeros prejuízos que a categoria vem sofrendo com seguidas propostas do governo federal contra os servidores públicos.

Promovida pela União dos Policiais do Brasil (UPB), da qual a Associação Nacional dos Peritos Criminais Federais (APCF) faz parte, a manifestação ocorreu simultaneamente em frente às unidades da Polícia Federal de todo país.

O presidente Marcos Camargo participou do ato em frente à Superintendência da PF em Curitiba. “Dentre os retrocessos estão perdas de direitos e prerrogativas, que começaram na Reforma da Previdência, passaram pela Lei Complementar 173 e, mais recentemente, com a PEC Emergencial. Agora, se avizinha mais uma proposta cheia de riscos para o serviço público: a Reforma Administrativa”, reforça Camargo.

A Reforma Administrativa prevê, entre outros pontos, diversos prejuízos e riscos para as carreiras da segurança pública como o fim da estabilidade, a adoção do vínculo de experiência e a possibilidade de criação e extinção de cargos de chefia por decreto.

“Tais medidas, se implementadas, implicarão em risco para a independência da atuação dos profissionais de segurança pública, assim como das instituições como órgão de estado e não de governo”, afirma o presidente da APCF.

“Os profissionais de segurança pública civil não suportam mais os seguidos retrocessos e por isso promoverão o ato público para chamar a atenção de todos em relação ao desmonte que se aproxima”, complementa Marcos Camargo.

Leia também: Em defesa da segurança pública, policiais realizam carreata em Brasília

Na mídia: Camargo analisa laudo da morte do menino Henry

0

O laudo do Instituto Médico Legal (IML) do Rio de Janeiro apontou que a morte de Henry Borel Medeiros, de 4 anos, está relacionada a lesões causadas por ação violenta em várias partes do corpo.

O presidente Marcos Camargo analisou o exame de necropsia e ressaltou que, pelo conteúdo do documento, é improvável que a queda de uma cama possa ter causado a morte da criança.

Assista às entrevistas concedidas ao SBT:

APCF lamenta morte do senador Major Olímpio

0

A Associação Nacional dos Peritos Criminais Federais (APCF) manifesta profundo pesar pelo falecimento, decorrente da Covid-19, do senador Sérgio Olímpio Gomes, o Major Olímpio, de São Paulo.

Colega policial, Olímpio era um defensor dos profissionais da segurança pública no Congresso brasileiro. Neste momento difícil, a APCF presta sua solidariedade aos familiares e amigos do senador.

Na mídia: Marcos Camargo fala sobre ameaça à segurança nacional para a Record

0

O governo dos Estados Unidos incluiu o PCC, uma das maiores organizações criminosas do Brasil, na lista de risco para ameaças da segurança nacional do país, ao lado de outros grandes grupos mundiais. Em entrevista à RecordTV, o presidente da Associação Nacional dos Peritos Criminais Federais (APCF), Marcos Camargo, deu o ponto de vista da segurança pública e ressaltou a importância da cooperação entre a Interpol e a Polícia Federal brasileira para enfrentar o crime.

“Facilita a troca de dados mediadas pela Interpol e pode trazer mais robustez para investigações em curso que envolvam, por exemplo, práticas entre essas organizações criminosas e que possam ser intercambiadas entre países diferentes.”

Confira a reportagem na íntegra.

Diálogos APCF debate soluções para a mineração no Brasil

0

“A Criminalística frente às ilicitudes sobre o ouro brasileiro”. Este foi o tema do Diálogos APCF dessa 4ª feira (17/3). Participaram do debate o perito criminal federal e especialista da área Gustavo Geiser, o ex-diretor da Agência Nacional de Mineração (ANM) Eduardo Leão, o coordenador da Transparência Internacional Brasil (TI) Renato Morgado e o jornalista Rubens Valente.

Entre outros assuntos, os debatedores abordaram o combate ao ouro ilegal, os riscos da extração do minério ao meio ambiente, além dos desafios e propostas para a regulação da mineração no país.

Assista à íntegra do Diálogos APCF:

Em defesa da segurança pública, policiais realizam carreata em Brasília

0

Profissionais de diversas carreiras policiais participaram, nesta 4ª feira (17/3), da carreata promovida pela União dos Policiais do Brasil (UPB) em apoio e em defesa do serviço público e da segurança pública.

A Associação Nacional dos Peritos Criminais Federais (APCF), integrante da UPB, participou da mobilização, que teve início no estacionamento do Estádio Nacional (Mané Garrincha) e seguiu em direção à Esplanada dos Ministérios com mais de 500 carros.

“Queremos deixar claro o descontentamento pelo tratamento injusto com o qual os profissionais de segurança pública civil, que mantiveram suas atividades durante toda a pandemia, vêm sendo tratados pelo governo federal”, afirmou o presidente da APCF, Marcos Camargo, que participou do ato.

Após a aprovação da PEC Emergencial que, entre outros pontos, poderá congelar os salários dos servidores, vedará a criação de vagas e a contratação de pessoal para preenchê-las, além de possibilitar a redução de valores dedutíveis no Imposto de Renda, os profissionais de segurança pública manterão a mobilização, sobretudo por causa da Reforma Administrativa (PEC 32/20), que impõe novos desafios às carreiras públicas e de segurança pública.

O presidente da APCF afirma que a categoria já foi esquecida pelo governo federal outras três vezes. Na reforma da Previdência, relata Camargo, foram enrijecidas uma série de regras de pensão para o policial. “Com isso, o policial ficou desassistido em muitas modalidades de pensão”, diz o dirigente.

Nota Pública – Mobilização UPB em favor da segurança pública

0

Considerando o fim da votação da PEC EMERGENCIAL, a União dos Policias do Brasil (UPB) informa às bases dos profissionais de segurança pública civis que, após muita articulação e mobilização conseguiu ao longo das últimas semanas evitar os seguintes danos:

a) alteração de jornada de trabalho com redução de 25% do salário;

b) vedação de direitos por dois exercícios financeiros após período de calamidade; e

c) ausência da necessidade de aprovação de legislação nas Assembleias Legislativas dos Estados.

Durante a tramitação na Câmara dos Deputados, a UPB atuou na articulação de destaques supressivos com o objetivo de serem evitados outros danos mantidos no texto. Ao saber da real chance de êxito desses destaques, o governo federal, buscando garantir os votos necessários à aprovação da proposta sem outras supressões, anunciou a existência de um acordo e retirou mais uma das vedações, relacionada às promoções e progressões.

Não obstante seja necessário reconhecer vitórias em pontos importantes da matéria, para a qual também se contou com o essencial apoio de diversos parlamentares que se posicionaram em defesa da segurança pública, é necessário registrar nossa indignação com a forma desproporcional por meio da qual a proposta continua atingindo o serviço público, entre eles a área de segurança pública.

O texto mantém vedações que poderão congelar vencimentos e a criação de novas vagas por até 15 anos, levando ao sucateamento do serviço público e das polícias brasileiras.

Ainda, cumpre esclarecer que, decorrente desses graves prejuízos, a UPB, formada pelas entidades legitimamente incumbidas pela representação dos policiais e demais profissionais de segurança pública civil, jamais celebrou qualquer acordo com o governo federal, sendo sequer chamada para negociação nesse sentido.

A fim de deixar claro o descontentamento pelo tratamento injusto com o qual os profissionais de segurança pública civil, que mantiveram suas atividades durante toda a pandemia, vêm sendo tratados pelo governo federal, a UPB manterá sua mobilização, sobretudo ante ao novo desmonte que se avizinha qual seja: a reforma administrativa (PEC 32/20).

Para tanto, anunciamos e convocamos as bases da segurança pública civil para os seguintes atos:

  1. Carreata pela Esplanada dos Ministérios em apoio e defesa da segurança pública, a ser realizada em 17/3 (quarta-feira), saindo do estacionamento do Estádio Nacional (Mané Garrincha), às 14 horas;
  2. Mobilização dos servidores da segurança pública civil na segunda-feira (22/3), de 15 às 16 horas, em frente a cada uma das unidades de trabalho.

É de se afirmar que no Estado Democrático de Direito, alicerçado numa Constituição comprometida com a dignidade humana, o tratamento Estado versus cidadão deve ser recíproco, mormente aos policiais! É dever do Estado respeitar o policial nos seus direitos primários. Oportuno se faz agora que toda a categoria permaneça unida com firmeza e disciplina nessa jornada de luta, cujo alvo maior é bem servir à sociedade brasileira.

ABC – Associação Brasileira de Criminalística
ABPC – Associação Brasiliense de Peritos em Criminalística
ABRAPOL – Associação Brasileira dos Papiloscopistas Policiais Federais
ADPF – Associação Nacional dos Delegados de Polícia Federal
ADPJ – Associação Nacional dos Delegados de Polícia Judiciária
AGEPEN-BRASIL – Associação dos Policiais Penais do Brasil
AMPOL – Associação Nacional das Mulheres Policiais do Brasil
ANAPF – Associação Nacional dos Policiais Federais Aposentados e Pensionistas
ANEPF – Associação Nacional dos Escrivães de Polícia Federal
ANEPOL – Associação Nacional dos Escrivães de Polícia Civil
ANSEF – Associação Nacional dos Servidores da Polícia Federal
APCF – Associação Nacional dos Peritos Criminais Federais
CENTRAPOL – Central Única Nacional dos Policiais Federais
COBRAPOL – Confederação Brasileira de Trabalhadores Policiais Civis
FENADEPOL – Federação Nacional dos Delegados de Polícia Federal
FENAGUARDAS – Federação Nacional de Sindicatos de Guardas Municipais do Brasil
FENAPEF – Federação Nacional dos Policiais Federais
FENAPERÍCIA – Federação Nacional dos Peritos Oficiais de Natureza Criminal
FENAPRF – Federação Nacional dos Policiais Rodoviários Federais
FENASPPEN – Federação Sindical Nacional dos Servidores Penitenciários e Policiais Penais
FENASSE – Federação dos Trabalhadores no Sistema Socioeducativo
OPB – Ordem dos Policiais do Brasil
SINDEPOL/DF – Sindicato dos Delegados de Polícia Federal no DF
SINDIPOL/DF – Sindicato dos Policiais Federais no DF
SINPOL/DF – Sindicato dos Policiais Civis do DF

APCF 32 anos: Marcos Camargo defende criação de Secretaria Nacional de Ciências Forenses em artigo no CB

0

No dia do aniversário de 32 anos da APCF, o Jornal Correio Braziliense publicou artigo assinado pelo presidente Marcos Camargo sobre a necessária revolução científica que a segurança pública brasileira precisa. No texto, ele defende a criação da Secretaria Nacional de Ciências Forenses, destinada a coordenar, sistematizar e aperfeiçoar as atividades que envolvem a criminalística no país, além de incentivar boas práticas no trato de vestígios criminais.

“O envolvimento integrado da criminalística nacional, comunidade científica e indústrias de tecnologia de ponta poderia sustentar uma administração certeira e com foco na missão de definir soluções efetivas para desmontar a cultura do ‘crime compensador’”, afirma no artigo.

Segundo Camargo, “é justamente por meio dessas medidas inovadoras que será possível oferecer soluções profundas e sistêmicas para as dificuldades enfrentadas pelo Brasil na segurança pública, permitindo o compartilhamento entre laboratórios e recursos humanos por intermédio de protocolos de ações conjuntas e recíprocas, gerando cada vez mais eficiência e efetividade no combate ao crime.”

Confira a íntegra da publicação para a edição impressa do Correio Braziliense:

blank

PEC Emergencial – Manifesto dos Profissionais de Segurança Pública

0

A União dos Policiais do Brasil (UPB) vem a público externar sua solidariedade ao povo brasileiro, carente de vacinação e do devido auxílio financeiro, essenciais neste momento de pandemia pelo qual o país passa.

É necessário, contudo, também manifestar a indignação de toda a segurança pública civil com o contínuo descaso do Governo Federal para com os servidores da área. O Governo brasileiro se aproveitou de um momento de calamidade e comoção para passar um pacote de medidas fiscais que em nada contribuirão para o arrefecimento da pandemia, que precisa ser erradicada com auxílio financeiro compatível, vacinas, distanciamento e uso de máscaras, e não por meio do desmonte do serviço público brasileiro.

O teor da PEC 186, aprovada ontem pela Câmara dos Deputados, desestrutura o serviço público ao vedar, por até 15 anos, as recomposições, já congeladas desde 2016, promoções e progressões e contratação de servidores, levando ao sucateamento dos órgãos e, notadamente da segurança pública brasileira, que mesmo durante a pandemia não paralisou suas ações, mantendo o trabalho presencial, a proteção à população e o combate ao crime organizado.

As medidas em curso, de enfraquecimento do serviço público e em especial da segurança pública, divergem do interesse do povo brasileiro e em nada se coadunam com as inúmeras promessas de campanha feitas no sentido de fortalecimento dos policiais brasileiros.

Por tais motivos, diante da inércia do governo e da tentativa de desinformar a população brasileira da realidade e da importância do serviço público, manifestamos profundo repúdio à forma como os servidores, dentre eles os profissionais de segurança pública, vêm sendo tratados e anunciamos que a mobilização de todas as categorias se inicia imediatamente.

ABC – Associação Brasileira de Criminalística
ABPC – Associação Brasiliense de Peritos em Criminalística
ABRAPOL – Associação Brasileira dos Papiloscopistas Policiais Federais
ADPF – Associação Nacional dos Delegados de Polícia Federal
ADPJ – Associação Nacional dos Delegados de Polícia Judiciária
AGEPEN-BRASIL – Associação dos Policiais Penais do Brasil
AMPOL – Associação Nacional das Mulheres Policiais do Brasil
ANAPF – Associação Nacional dos Policiais Federais Aposentados e Pensionistas
ANEPF – Associação Nacional dos Escrivães de Polícia Federal
ANEPOL – Associação Nacional dos Escrivães de Polícia Civil
ANSEF – Associação Nacional dos Servidores da Polícia Federal
APCF – Associação Nacional dos Peritos Criminais Federais
CENTRAPOL – Central Única Nacional dos Policiais Federais
COBRAPOL – Confederação Brasileira de Trabalhadores Policiais Civis
FENADEPOL – Federação Nacional dos Delegados de Polícia Federal
FENAGUARDAS – Federação Nacional de Sindicatos de Guardas Municipais do Brasil
FENAPEF – Federação Nacional dos Policiais Federais
FENAPERÍCIA – Federação Nacional dos Peritos Oficiais de Natureza Criminal
FENAPRF – Federação Nacional dos Policiais Rodoviários Federais
FENASPPEN – Federação Sindical Nacional dos Servidores Penitenciários e Policiais Penais
FENASSE – Federação dos trabalhadores no sistema socioeducativo
OPB – Ordem dos Policiais do Brasil
SINDEPOL/DF – Sindicato dos Delegados de Polícia Federal no DF
SINDIPOL/DF – Sindicato dos Policiais Federais no DF
SINPOL/DF – Sindicato dos Policiais Civis do DF

Send this to a friend